Antoine Compagnon – O Demônio Da Teoria: Literatura E Senso Comum

Este livro procura mostrar que a história dos historiadores não é mais uma, tampouco é única, mas deve se compor de uma multiplicidade de histórias parciais, de cronologias heterogêneas e de relatos contraditórios. A história é uma construção, um relato que, como tal, põe em cena tanto o presente como o passado; seu texto faz parte da literatura. A objetividade ou a transcendência da história é uma miragem, pois o historiador está engajado nos discursos através dos quais ele constrói o objeto histórico. Sem consciência desse engajamento, a história é somente uma projeção ideológica – esta é a lição de Foucault, mas também a de Hayden White, a de Paul Veyne, a de Jacques Rancière e de tantos outros.


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Antoine Compagnon – O Demônio Da Teoria: Literatura E Senso Comum

Este livro procura mostrar que a história dos historiadores não é mais uma, tampouco é única, mas deve se compor de uma multiplicidade de histórias parciais, de cronologias heterogêneas e de relatos contraditórios. A história é uma construção, um relato que, como tal, põe em cena tanto o presente como o passado; seu texto faz parte da literatura. A objetividade ou a transcendência da história é uma miragem, pois o historiador está engajado nos discursos através dos quais ele constrói o objeto histórico. Sem consciência desse engajamento, a história é somente uma projeção ideológica - esta é a lição de Foucault, mas também a de Hayden White, a de Paul Veyne, a de Jacques Rancière e de tantos outros.


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