Mudanças Climáticas No Rio Grande Do Sul

Mudanças Climáticas No Rio Grande Do Sul: Uma Década De Riscos E Inovações faz a ligação entre esses estudos globais e a realidade local.

Como divulgador da ciência do clima, muitas vezes me deparo com uma questão que considero muito importante: Como trazer o conhecimento climático, fruto de pesquisas internacionais e amplo por natureza, para o contexto brasileiro? E mais ainda, para o contexto gaúcho? Mudanças Climáticas No Rio Grande Do Sul: Uma Década De Riscos E Inovações faz exatamente isso: a ligação entre esses estudos globais e a realidade local.

Com base em evidências oriundas das mais variadas frentes de pesquisa, 97% dos cientistas que estudam o clima concluíram que as mudanças climáticas globais (MCGs) estão acontecendo e são de origem antrópica. Essa não é uma informação nova – o consenso científico internacional sobre o assunto remonta aos anos 90 – no entanto devido à magnitude do problema, muitas vezes “optamos” por ignorar seus efeitos por não acreditarmos ser possível atuar em escala local/regional para mitigá-los.

Em uma análise superficial, os efeitos dessas mudanças - aumento da temperatura média do planeta, a acidificação dos
oceanos, aquecimento e derretimento de geleiras polares e de montanha, bem como o aumento do nível médio dos mares - podem parecer distantes da nossa realidade, no entanto devemos lembrar que o planeta é um sistema interconectado e complexo.

Ao alterarmos um componente desse sistema, acabamos por alterar diversos outros. Os principais aspectos de adaptação à mudança climática passam, assim, pela esfera regional e local, visto que os impactos globais afetam/afetarão de forma muito peculiar cada região do planeta.

Em um contexto geral, em macro escala, vários cenários são projetados para o futuro, de acordo com a capacidade da sociedade global de adaptar suas atividades a uma economia de baixa emissão de carbono. Independentemente do cenário, no entanto, teremos que lidar com severos impactos ainda neste século, como o aumento da incidência de eventos extremos (ondas de calor, chuvas torrenciais, enchentes, ressacas marinhas), capazes de danificar a infraestrutura nacional; a fragilização de ecossistemas e consequente redução da produção agrícola; o aumento da incidência de doenças tropicais (cólera, malária, febre amarela) e a escassez de água, principalmente em populações já fragilizadas.

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Com base em evidências oriundas das mais variadas frentes de pesquisa, 97% dos cientistas que estudam o clima concluíram que as mudanças climáticas globais (MCGs) estão acontecendo e são de origem antrópica. Essa não é uma informação nova – o consenso científico internacional sobre o assunto remonta aos anos 90 – no entanto devido à magnitude do problema, muitas vezes “optamos” por ignorar seus efeitos por não acreditarmos ser possível atuar em escala local/regional para mitigá-los.

Em uma análise superficial, os efeitos dessas mudanças – aumento da temperatura média do planeta, a acidificação dos
oceanos, aquecimento e derretimento de geleiras polares e de montanha, bem como o aumento do nível médio dos mares – podem parecer distantes da nossa realidade, no entanto devemos lembrar que o planeta é um sistema interconectado e complexo.

Ao alterarmos um componente desse sistema, acabamos por alterar diversos outros. Os principais aspectos de adaptação à mudança climática passam, assim, pela esfera regional e local, visto que os impactos globais afetam/afetarão de forma muito peculiar cada região do planeta.

Em um contexto geral, em macro escala, vários cenários são projetados para o futuro, de acordo com a capacidade da sociedade global de adaptar suas atividades a uma economia de baixa emissão de carbono. Independentemente do cenário, no entanto, teremos que lidar com severos impactos ainda neste século, como o aumento da incidência de eventos extremos (ondas de calor, chuvas torrenciais, enchentes, ressacas marinhas), capazes de danificar a infraestrutura nacional; a fragilização de ecossistemas e consequente redução da produção agrícola; o aumento da incidência de doenças tropicais (cólera, malária, febre amarela) e a escassez de água, principalmente em populações já fragilizadas.

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