Interfaces Teórico-Práticas Na Educação Em Saúde

Interfaces Teórico-Práticas Na Educação Em Saúde instiga-nos a pensarmos no desafio ambiental a partir da correlação saúde - pessoa idosa - ambiente.

Há alguns anos estamos assistindo a uma mudança na estrutura etária da população mundial, reflexo, principalmente, do aumento da esperança média de vida. Isso significa que o número de pessoas idosas está crescendo e devemos atentar para o fato de que novas necessidades e demandas direcionadas para esse segmento da população devem ser consideradas, o que perpassa, sobretudo, pelos valores socioculturais que a sociedade cultiva e pelos cuidados em relação ao ato de envelhecer.

A pessoa idosa, no contexto da sociedade vigente, muitas vezes, é percebida enquanto ser inerte, inábil, portador de diversas enfermidades, um peso para o Estado, para a família e para a própria sociedade. Essa percepção coloca a pessoa idosa, sua vivência e história em uma posição de marginalidade e exclusão.

Somando-se a isso, temos a percepção de que o termo saúde se configura no estágio do corpo humano sem a presença de comorbidades, limitando a ampliação do nosso olhar para o horizonte da relação saúde-qualidade de vida atrelada à interação sujeito-ambiente. Pensar na saúde das pessoas idosas enquanto extensão do bem-estar socioambiental significa romper com o reducionismo saúde X doença.

É neste viés que Maique Batista e Rosana Batista, autores de Interfaces Teórico-Práticas Na Educação Em Saúde, trilham suas reflexões, instigando-nos a pensarmos no desafio ambiental a partir da correlação saúde - pessoa idosa - ambiente envolvendo a sociedade e políticas públicas de atenção ao idoso no âmbito do Brasil e de Sergipe. Os autores conduzem-nos para caminhos viáveis envolvendo a qualidade de vida por meio de práticas pedagógicas de promoção à saúde do idoso, as quais reforçam e/ou estimulam o sujeito a interagir e dialogar com/no ambiente tendo como percurso a educação, as relações familiares e o engajamento de profissionais que lidam com a atenção ao idoso.

Maique Batista juntamente com Rosana Batista deixam evidente, em suas análises, que envelhecer se traduz na expressão do acúmulo de experiências adquiridas com a vivência de longos anos, de diversos sentimentos compartilhados com pessoas próximas e distantes, com a vida, traduz-se no pertencer a uma narrativa dinâmica com o ambiente do qual o sujeito faz parte.

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A pessoa idosa, no contexto da sociedade vigente, muitas vezes, é percebida enquanto ser inerte, inábil, portador de diversas enfermidades, um peso para o Estado, para a família e para a própria sociedade. Essa percepção coloca a pessoa idosa, sua vivência e história em uma posição de marginalidade e exclusão.

Somando-se a isso, temos a percepção de que o termo saúde se configura no estágio do corpo humano sem a presença de comorbidades, limitando a ampliação do nosso olhar para o horizonte da relação saúde-qualidade de vida atrelada à interação sujeito-ambiente. Pensar na saúde das pessoas idosas enquanto extensão do bem-estar socioambiental significa romper com o reducionismo saúde X doença.

É neste viés que Maique Batista e Rosana Batista, autores de Interfaces Teórico-Práticas Na Educação Em Saúde, trilham suas reflexões, instigando-nos a pensarmos no desafio ambiental a partir da correlação saúde – pessoa idosa – ambiente envolvendo a sociedade e políticas públicas de atenção ao idoso no âmbito do Brasil e de Sergipe. Os autores conduzem-nos para caminhos viáveis envolvendo a qualidade de vida por meio de práticas pedagógicas de promoção à saúde do idoso, as quais reforçam e/ou estimulam o sujeito a interagir e dialogar com/no ambiente tendo como percurso a educação, as relações familiares e o engajamento de profissionais que lidam com a atenção ao idoso.

Maique Batista juntamente com Rosana Batista deixam evidente, em suas análises, que envelhecer se traduz na expressão do acúmulo de experiências adquiridas com a vivência de longos anos, de diversos sentimentos compartilhados com pessoas próximas e distantes, com a vida, traduz-se no pertencer a uma narrativa dinâmica com o ambiente do qual o sujeito faz parte.

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