Solo De Trombone

Antônio Lopes - Solo De Trombone (Ditos & Feitos De Alberto Hoisel)

Antônio Lopes, este jornalista nascido nas terras nordestinas do Pajeú de Flores, Pernambuco, foi, entretanto, crescido e plasmado nas terras de Macuco, a Buerarema de hoje, e fortificado pelas histórias de Ilhéus, onde fez o antigo curso científico, depois concluído no famoso Colégio Estadual da Bahia.

De Pernambuco para a Bahia, o jornalista, graças a Deus, vai de Buerarema Falando Para o Mundo. Agora, empresta a sua pena/dígito para a voz de Alberto Hoisel, “carioca de nascimento e ilheense por circunstância”, como escreve em seu capítulo inicial de Solo De Trombone (Ditos & Feitos De Alberto Hoisel).

A imagem retida no título de Antônio Lopes é semanticamente perfeita. Hoisel, o epigramista que se faz tema do livro de Lopes, é a voz de trombone (bota a “boca no trombone”, já diz a expressão popularmente conhecida).

Antônio Lopes estrutura Solo De Trombone em capítulos intitulados, mas não numerados, que se distinguem por um “intróito”, graficamente diferenciado do que aqui chamamos de corpo do capítulo.

Nesses intróitos, o jornalista, misto de cronista do cotidiano, vai, sem qualquer compromisso cronológico (o que lhe confere dinamismo e agradável subjetividade ao texto), traçando o perfil do epigramista e contextualizando-o no cenário sócio-político e cultural de Ilhéus e da Bahia.

Então, o seu trabalho se faz especialmente interessante, pois, para tais interpretações, fatos, pessoas e situações de Ilhéus, da Região e do Estado são retomadas.

E, aí, o trabalho ganha duplo fôlego: à voz ferina de Zé... ferino ou de Bolinete (pseudônimos de Hoisel), juntam-se fontes documentais do autor deste Solo De Trombone, conferindo ao texto nova dimensão.

A leitura de Solo De Trombone configura, a partir daí, duas possibilidades de deleite, de fruição do texto: uma primeira leitura, principalmente para os filhos e moradores dessas terras, despertará para a revisão de figuras e momentos regionais, de indiscutível importância, ou de saborosa memória; uma segunda, implícita especialmente nos epigramas transcritos, estimulará o interessado pelo gênero, quer do ponto de vista da técnica literária, quanto do ponto de vista de todos aqueles que enxergam o fenômeno poético em sua contemporaneidade e desejam entender o sentido do humor na poesia.

 

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Antônio Lopes – Solo De Trombone (Ditos & Feitos De Alberto Hoisel)

Antônio Lopes, este jornalista nascido nas terras nordestinas do Pajeú de Flores, Pernambuco, foi, entretanto, crescido e plasmado nas terras de Macuco, a Buerarema de hoje, e fortificado pelas histórias de Ilhéus, onde fez o antigo curso científico, depois concluído no famoso Colégio Estadual da Bahia.

De Pernambuco para a Bahia, o jornalista, graças a Deus, vai de Buerarema Falando Para o Mundo. Agora, empresta a sua pena/dígito para a voz de Alberto Hoisel, “carioca de nascimento e ilheense por circunstância”, como escreve em seu capítulo inicial de Solo De Trombone (Ditos & Feitos De Alberto Hoisel).

A imagem retida no título de Antônio Lopes é semanticamente perfeita. Hoisel, o epigramista que se faz tema do livro de Lopes, é a voz de trombone (bota a “boca no trombone”, já diz a expressão popularmente conhecida).

Antônio Lopes estrutura Solo De Trombone em capítulos intitulados, mas não numerados, que se distinguem por um “intróito”, graficamente diferenciado do que aqui chamamos de corpo do capítulo.

Nesses intróitos, o jornalista, misto de cronista do cotidiano, vai, sem qualquer compromisso cronológico (o que lhe confere dinamismo e agradável subjetividade ao texto), traçando o perfil do epigramista e contextualizando-o no cenário sócio-político e cultural de Ilhéus e da Bahia.

Então, o seu trabalho se faz especialmente interessante, pois, para tais interpretações, fatos, pessoas e situações de Ilhéus, da Região e do Estado são retomadas.

E, aí, o trabalho ganha duplo fôlego: à voz ferina de Zé… ferino ou de Bolinete (pseudônimos de Hoisel), juntam-se fontes documentais do autor deste Solo De Trombone, conferindo ao texto nova dimensão.

A leitura de Solo De Trombone configura, a partir daí, duas possibilidades de deleite, de fruição do texto: uma primeira leitura, principalmente para os filhos e moradores dessas terras, despertará para a revisão de figuras e momentos regionais, de indiscutível importância, ou de saborosa memória; uma segunda, implícita especialmente nos epigramas transcritos, estimulará o interessado pelo gênero, quer do ponto de vista da técnica literária, quanto do ponto de vista de todos aqueles que enxergam o fenômeno poético em sua contemporaneidade e desejam entender o sentido do humor na poesia.

 

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