Rosemary Segurado & Tathiana Senne Chicarino (Orgs.) – Fake News E Desinformação Nas Eleições De 2020

Analisa a percepção dos eleitores paulistanos sobre a circulação de fake news e desinformação nas eleições municipais de São Paulo em 2020

Rosemary Segurado & Tathiana Senne Chicarino (Orgs.) – Fake News E Desinformação Nas Eleições De 2020

Fake News E Desinformação Nas Eleições De 2020 é resultado de um trabalho coletivo realizado pelas pesquisadoras(es) Rosemary Segurado, Tathiana Chicarino, Desirèe Luíse Lopes Conceição, Carlos Raíces, Cláudia Ferraz, Fabrício Amorim e Katia Marchena.

A pesquisa foi desenvolvida no âmbito do Núcleo de Estudos em Arte, Mídia e Política (NEAMP) que é vinculado ao Programa de Estudos Pós-graduados em Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

O NEAMP foi criado em 1997 pelos professores Vera Chaia e Miguel Chaia. De lá para cá foi intensa a produção e a divulgação de estudos no campo da ciência política, sociologia e comunicação política, e nesse momento apresentamos os resultados gerais da pesquisa Fake News e desinformação nas eleições municipais de São Paulo em 2020.

Temos vivido, pesquisado e analisado as eleições presidenciais brasileiras de 2018, especificamente quanto à produção e disseminação massiva de fake news por parte do candidato de extrema-direita Jair Bolsonaro (sem partido, mas eleito pelo PSL – Partido Social Liberal).

E a partir de então nos perguntamos se reviveríamos um contexto de conflagração política; se a ambiência digital seria novamente o palco de desinformação; se as relações interpessoais seriam mais uma vez afetadas de forma intensa pela política. Esse texto vai caminhar nesse sentido.

Já em outras produções acadêmicas nos debruçamos sobre a crítica conjuntura histórica permeada por uma crise de hegemonia iniciada nos estertores das Jornadas de Junho de 2013.

Algo que foi capaz de acionar um movimento pendular que se direcionava para a expansão da democracia desde a Constituição Federal de 1988, mas que com o golpe parlamentar imposto à petista Dilma Rousseff em 2014 fez caminhar para uma regressão democrática com alinhamento de forças antidemocráticas e protodemocráticas até culminar na eleição de um aberto defensor da ditadura e de seus crimes de tortura, perseguição, morte e censura.

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Analisa a percepção dos eleitores paulistanos sobre a circulação de fake news e desinformação nas eleições municipais de São Paulo em 2020

Rosemary Segurado & Tathiana Senne Chicarino (Orgs.) - Fake News E Desinformação Nas Eleições De 2020

Fake News E Desinformação Nas Eleições De 2020 é resultado de um trabalho coletivo realizado pelas pesquisadoras(es) Rosemary Segurado, Tathiana Chicarino, Desirèe Luíse Lopes Conceição, Carlos Raíces, Cláudia Ferraz, Fabrício Amorim e Katia Marchena.

A pesquisa foi desenvolvida no âmbito do Núcleo de Estudos em Arte, Mídia e Política (NEAMP) que é vinculado ao Programa de Estudos Pós-graduados em Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

O NEAMP foi criado em 1997 pelos professores Vera Chaia e Miguel Chaia. De lá para cá foi intensa a produção e a divulgação de estudos no campo da ciência política, sociologia e comunicação política, e nesse momento apresentamos os resultados gerais da pesquisa Fake News e desinformação nas eleições municipais de São Paulo em 2020.

Temos vivido, pesquisado e analisado as eleições presidenciais brasileiras de 2018, especificamente quanto à produção e disseminação massiva de fake news por parte do candidato de extrema-direita Jair Bolsonaro (sem partido, mas eleito pelo PSL – Partido Social Liberal).

E a partir de então nos perguntamos se reviveríamos um contexto de conflagração política; se a ambiência digital seria novamente o palco de desinformação; se as relações interpessoais seriam mais uma vez afetadas de forma intensa pela política. Esse texto vai caminhar nesse sentido.

Já em outras produções acadêmicas nos debruçamos sobre a crítica conjuntura histórica permeada por uma crise de hegemonia iniciada nos estertores das Jornadas de Junho de 2013.

Algo que foi capaz de acionar um movimento pendular que se direcionava para a expansão da democracia desde a Constituição Federal de 1988, mas que com o golpe parlamentar imposto à petista Dilma Rousseff em 2014 fez caminhar para uma regressão democrática com alinhamento de forças antidemocráticas e protodemocráticas até culminar na eleição de um aberto defensor da ditadura e de seus crimes de tortura, perseguição, morte e censura.

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