Rosângela Formentini Caldas (Org.) – Cidades Inteligentes E Ciência Da Informação

O livro Cidades Inteligentes E Ciência Da Informação reúne especialistas e pesquisadores referenciais no campo da Ciência da Informação.

Rosângela Formentini Caldas (Org.) – Cidades Inteligentes E Ciência Da Informação

Não se pode negar que estamos diante de um processo de transformação demográfica em que a população mundial não para de crescer. De acordo com os dados recentes apresentados pelas Nações Unidas, estima-se que a população mundial pode crescer cerca de 8.500 milhões em 2030, 9.700 milhões em 2050 e 10.900 milhões em 2.1001, com uma maior concentração nas cidades.

Desse modo, compreende-se que as cidades representam o primeiro nível onde acontece a interação humana, subsistindo como lugares de influência e inovação em um mundo cada vez mais globalizado. Diante desse cenário, a transformação demográfica, industrial e a consequente aceleração dos investimentos fazem com que as cidades de hoje sejam tão significantes.

Para responder a esses desafios, é preciso pensar em novas respostas porque a maioria das existentes surgiram em contextos bem diferentes. Portanto, é indispensável assumir que as mudanças advindas dos processos modernizadores exigem, em boa medida, decisões criativas e inovadoras.

A gestão dessas mudanças deve caminhar para a criação de cidades eficazes, eficientes e sustentáveis – com base nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas – e, para tanto, é necessário focar nos indivíduos. Dito de outro modo, são eles que precisam ser o foco dos objetivos. Este modelo de cidade é chamado de cidade inteligente – algo que representa mais do que somente uma cidade “digital”- ou seja, é preciso haver iniciativas vinculadas à sustentabilidade.

Melhorar as condições com a participação e compromisso de todos os cidadãos, por meio da utilização dos novos recursos, deve ser o fio condutor dessas cidades inteligentes, já que, no final, apesar de não existir consenso em relação à definição do que seja “cidade inteligente”, pode-se dizer que esse termo faz referência a um território urbanizado onde os poderes públicos, instituições e diferentes operações possuem maior eficiência por causa das tecnologias de comunicação.

O livro Cidades Inteligentes E Ciência Da Informação reúne especialistas e pesquisadores referenciais no campo da Ciência da Informação, com a finalidade de promover a aproximação das áreas. Por meio de um diálogo com os temas mais destacados na atualidade do contexto das cidades inteligentes, convidamos os leitores a explorarem o entendimento e as possibilidades dos desafios que se despontam para este assunto.

Cidades Inteligentes são locais reconhecidos pela prática da inovação e do conhecimento, propiciando a diversidade de ferramentas eficazes para o crescimento urbano, estabelecendo espaços para geração de melhoria na qualidade de vida populacional.

Com o intuito de contribuir frente as possibilidades que se abrem para as novas práticas em tópicos estratégicos de Gestão Pública Regional, Fatores Socioculturais e Unidades Culturais/Instituições Informacionais, esperamos abrir a reflexão para a necessidade de aproximação de áreas que produzem conteúdos tão significativos e que poderiam centralizar as suas pesquisas para o crescimento e desenvolvimento das regiões.


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O livro Cidades Inteligentes E Ciência Da Informação reúne especialistas e pesquisadores referenciais no campo da Ciência da Informação.

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Não se pode negar que estamos diante de um processo de transformação demográfica em que a população mundial não para de crescer. De acordo com os dados recentes apresentados pelas Nações Unidas, estima-se que a população mundial pode crescer cerca de 8.500 milhões em 2030, 9.700 milhões em 2050 e 10.900 milhões em 2.1001, com uma maior concentração nas cidades.

Desse modo, compreende-se que as cidades representam o primeiro nível onde acontece a interação humana, subsistindo como lugares de influência e inovação em um mundo cada vez mais globalizado. Diante desse cenário, a transformação demográfica, industrial e a consequente aceleração dos investimentos fazem com que as cidades de hoje sejam tão significantes.

Para responder a esses desafios, é preciso pensar em novas respostas porque a maioria das existentes surgiram em contextos bem diferentes. Portanto, é indispensável assumir que as mudanças advindas dos processos modernizadores exigem, em boa medida, decisões criativas e inovadoras.

A gestão dessas mudanças deve caminhar para a criação de cidades eficazes, eficientes e sustentáveis – com base nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas – e, para tanto, é necessário focar nos indivíduos. Dito de outro modo, são eles que precisam ser o foco dos objetivos. Este modelo de cidade é chamado de cidade inteligente – algo que representa mais do que somente uma cidade “digital”- ou seja, é preciso haver iniciativas vinculadas à sustentabilidade.

Melhorar as condições com a participação e compromisso de todos os cidadãos, por meio da utilização dos novos recursos, deve ser o fio condutor dessas cidades inteligentes, já que, no final, apesar de não existir consenso em relação à definição do que seja “cidade inteligente”, pode-se dizer que esse termo faz referência a um território urbanizado onde os poderes públicos, instituições e diferentes operações possuem maior eficiência por causa das tecnologias de comunicação.

O livro Cidades Inteligentes E Ciência Da Informação reúne especialistas e pesquisadores referenciais no campo da Ciência da Informação, com a finalidade de promover a aproximação das áreas. Por meio de um diálogo com os temas mais destacados na atualidade do contexto das cidades inteligentes, convidamos os leitores a explorarem o entendimento e as possibilidades dos desafios que se despontam para este assunto.

Cidades Inteligentes são locais reconhecidos pela prática da inovação e do conhecimento, propiciando a diversidade de ferramentas eficazes para o crescimento urbano, estabelecendo espaços para geração de melhoria na qualidade de vida populacional.

Com o intuito de contribuir frente as possibilidades que se abrem para as novas práticas em tópicos estratégicos de Gestão Pública Regional, Fatores Socioculturais e Unidades Culturais/Instituições Informacionais, esperamos abrir a reflexão para a necessidade de aproximação de áreas que produzem conteúdos tão significativos e que poderiam centralizar as suas pesquisas para o crescimento e desenvolvimento das regiões.


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