Cinema Negro

Cinema Negro se estrutura em diálogo com abordagens provenientes do entrecruzamento dos campos da Educação, das Artes e da Antropologia.

Este livro tem como tema o Cinema Negro e se estrutura em diálogo com abordagens provenientes do entrecruzamento dos campos da Educação, das Artes e da Antropologia, congregando pesquisadores de diferentes instituições. Também estabelece diálogo com a Mostra Internacional do Cinema Negro, idealizada por Celso Luiz Prudente e já em sua 17ª edição neste ano de 2021.

Sua origem remonta a uma ação conjunta entre a Faculdade de Educação da USP e o Núcleo de Estudos de Pesquisas Interdisciplinares sobre o Negro Brasileiro, em 2003, e que contou com o então Ministro da Cultura – hoje imortal da Academia Brasileira de Letras – Gilberto Gil como um dos participantes. Foi Gil quem sugeriu a Celso que tornasse a mostra daquele ano um evento anual, nascendo então a Mostra Internacional do Cinema Negro.

Desde então, a Mostra, além de exibir gratuitamente filmes que apresentam temas ligados à afirmação da imagem de negros e negras, à valorização da história e cultura afro-brasileira e indígena, à diversidade, ao combate ao racismo, ao reconhecimento das vozes das minorias etc., também apresenta interfaces com a música (há sempre ao menos uma música tema da Mostra) e com a pesquisa acadêmica, inspirando a realização de debates, rodas de conversa e publicação de livros, como este, que se inspirou na Mostra para convidar os autores que produziram os estudos aqui publicados.

Neste ano, a Mostra recebeu o Professor Catedrático da Universidade São José de Macau (China) Adérito Fernandes Marcos, que também participou de uma roda de conversa – junto com Celso Prudente e Jaime Cavalcante Alves, Reitor do IFAM – em atividade promovida pelo Lab_Arte (Laboratório Experimental de Arte, Cultura e Educação), da Faculdade de Educação da USP.

Neste mesmo espírito de integração entre arte e ciência, cinema e educação, cultura e pesquisa acadêmica é que surge este livro, que reúne estudos e reflexões sobre o cinema negro, a partir da contribuição de importantes estudiosos de diversas áreas, e que tenho o prazer de organizar ao lado de Celso Luiz Prudente.

Encontram-se aqui reunidos 15 estudos, divididos em 3 eixos: Educação, Arte e Antropologia. Ao todo, são 40 pesquisadores e diversos temas, que vão desde análises fílmicas até abordagens históricas, percorrendo questões como infância, ludicidade, cinema africano, musicalidade, mulheres aquilombadas, epistemologia, artes, representação política, teatro, multiculturalismo, religiosidade e sexualidade.

Em comum, estes estudos partem da arte cinematográfica e estabelecem diálogo com outras artes ou outros saberes, tendo por horizonte a afirmação da imagem do negro e outras minorias.

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Cinema Negro se estrutura em diálogo com abordagens provenientes do entrecruzamento dos campos da Educação, das Artes e da Antropologia.

Este livro tem como tema o Cinema Negro e se estrutura em diálogo com abordagens provenientes do entrecruzamento dos campos da Educação, das Artes e da Antropologia, congregando pesquisadores de diferentes instituições. Também estabelece diálogo com a Mostra Internacional do Cinema Negro, idealizada por Celso Luiz Prudente e já em sua 17ª edição neste ano de 2021.

Sua origem remonta a uma ação conjunta entre a Faculdade de Educação da USP e o Núcleo de Estudos de Pesquisas Interdisciplinares sobre o Negro Brasileiro, em 2003, e que contou com o então Ministro da Cultura – hoje imortal da Academia Brasileira de Letras – Gilberto Gil como um dos participantes. Foi Gil quem sugeriu a Celso que tornasse a mostra daquele ano um evento anual, nascendo então a Mostra Internacional do Cinema Negro.

Desde então, a Mostra, além de exibir gratuitamente filmes que apresentam temas ligados à afirmação da imagem de negros e negras, à valorização da história e cultura afro-brasileira e indígena, à diversidade, ao combate ao racismo, ao reconhecimento das vozes das minorias etc., também apresenta interfaces com a música (há sempre ao menos uma música tema da Mostra) e com a pesquisa acadêmica, inspirando a realização de debates, rodas de conversa e publicação de livros, como este, que se inspirou na Mostra para convidar os autores que produziram os estudos aqui publicados.

Neste ano, a Mostra recebeu o Professor Catedrático da Universidade São José de Macau (China) Adérito Fernandes Marcos, que também participou de uma roda de conversa – junto com Celso Prudente e Jaime Cavalcante Alves, Reitor do IFAM – em atividade promovida pelo Lab_Arte (Laboratório Experimental de Arte, Cultura e Educação), da Faculdade de Educação da USP.

Neste mesmo espírito de integração entre arte e ciência, cinema e educação, cultura e pesquisa acadêmica é que surge este livro, que reúne estudos e reflexões sobre o cinema negro, a partir da contribuição de importantes estudiosos de diversas áreas, e que tenho o prazer de organizar ao lado de Celso Luiz Prudente.

Encontram-se aqui reunidos 15 estudos, divididos em 3 eixos: Educação, Arte e Antropologia. Ao todo, são 40 pesquisadores e diversos temas, que vão desde análises fílmicas até abordagens históricas, percorrendo questões como infância, ludicidade, cinema africano, musicalidade, mulheres aquilombadas, epistemologia, artes, representação política, teatro, multiculturalismo, religiosidade e sexualidade.

Em comum, estes estudos partem da arte cinematográfica e estabelecem diálogo com outras artes ou outros saberes, tendo por horizonte a afirmação da imagem do negro e outras minorias.

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