Renata Moreno (Org.) – Crítica Feminista Ao Poder Corporativo

Crítica Feminista Ao Poder Corporativo se debruça sobre a atuação das empresas transnacionais na precarização e digitalização do trabalho.

Renata Moreno (Org.) – Crítica Feminista Ao Poder Corporativo: Textos Para A Ação

O livro virtual Crítica Feminista Ao Poder Corporativo: Textos Para A Ação reúne artigos de Nalu Faria, Marianna Fernandes, Tica Moreno, Natália Lobo e Taís Viudes. Os textos se debruçam sobre a atuação das empresas transnacionais na precarização e digitalização do trabalho, na intensificação da divisão internacional, sexual e racial do trabalho, na exploração da natureza e na mercantilização do feminismo (pela chamada “maquiagem lilás”).

Os cinco textos que compõem Crítica Feminista Ao Poder Corporativo são fruto dessa proposição coletiva. O primeiro situa nossa crítica ao poder corporativo no momento político que vivemos nas Américas, destacando questões levantadas nas 24 Horas de Solidariedade Feminista.

Em seguida, dois textos recuperam e atualizam nosso debate feminista sobre o avanço das empresas transnacionais sobre, respectivamente, o trabalho e a natureza. O quarto texto apresenta uma perspectiva feminista para compreender o trabalho no capitalismo digitalizado. E, por fim, o último texto reflete sobre a hipocrisia corporativa e alguns desafios para a luta feminista anticapitalista.

Escolhemos também o poema “Síntese II (poemas de Bukavu)”, da poeta e ativista feminista portuguesa Judite Canha Fernandes, para abrir nosso debate. O poema é impressionante porque organiza nossos questionamentos e explicita alguns caminhos de luta concreta, homenageando a grande lutadora hondurenha Berta Cáceres.

Estes textos devem ser lidos, difundidos e debatidos junto com os vídeos produzidos nesse processo, e têm o objetivo de fortalecer as lutas feministas e ampliar a resistência popular.

Os vídeos introduzem, de forma bem explicativa, o funcionamento do poder corporativo a partir de três setores (a indústria têxtil, a alimentação e o digital), e colocam também as nossas propostas feministas alternativas.

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Renata Moreno (Org.) – Crítica Feminista Ao Poder Corporativo

Crítica Feminista Ao Poder Corporativo se debruça sobre a atuação das empresas transnacionais na precarização e digitalização do trabalho.

Renata Moreno (Org.) - Crítica Feminista Ao Poder Corporativo: Textos Para A Ação

O livro virtual Crítica Feminista Ao Poder Corporativo: Textos Para A Ação reúne artigos de Nalu Faria, Marianna Fernandes, Tica Moreno, Natália Lobo e Taís Viudes. Os textos se debruçam sobre a atuação das empresas transnacionais na precarização e digitalização do trabalho, na intensificação da divisão internacional, sexual e racial do trabalho, na exploração da natureza e na mercantilização do feminismo (pela chamada “maquiagem lilás”).

Os cinco textos que compõem Crítica Feminista Ao Poder Corporativo são fruto dessa proposição coletiva. O primeiro situa nossa crítica ao poder corporativo no momento político que vivemos nas Américas, destacando questões levantadas nas 24 Horas de Solidariedade Feminista.

Em seguida, dois textos recuperam e atualizam nosso debate feminista sobre o avanço das empresas transnacionais sobre, respectivamente, o trabalho e a natureza. O quarto texto apresenta uma perspectiva feminista para compreender o trabalho no capitalismo digitalizado. E, por fim, o último texto reflete sobre a hipocrisia corporativa e alguns desafios para a luta feminista anticapitalista.

Escolhemos também o poema “Síntese II (poemas de Bukavu)”, da poeta e ativista feminista portuguesa Judite Canha Fernandes, para abrir nosso debate. O poema é impressionante porque organiza nossos questionamentos e explicita alguns caminhos de luta concreta, homenageando a grande lutadora hondurenha Berta Cáceres.

Estes textos devem ser lidos, difundidos e debatidos junto com os vídeos produzidos nesse processo, e têm o objetivo de fortalecer as lutas feministas e ampliar a resistência popular.

Os vídeos introduzem, de forma bem explicativa, o funcionamento do poder corporativo a partir de três setores (a indústria têxtil, a alimentação e o digital), e colocam também as nossas propostas feministas alternativas.

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