Otto Friedrich Bollnow – O Homem E O Espaço

O Homem E O Espaço, de Otto Friedrich Bollnow, é considerado um estudo fundamental de arquitetura, geografia e filosofia nas universidades alemãs.

Otto Friedrich Bollnow – O Homem E O Espaço

A espacialidade da vida humana corresponde ao espaço vivenciado pelo homem e vice-versa, e eis aqui uma forte correlação. A cada afirmação sobre um corresponde uma afirmação sobre o outro.

Com isso, o início se dá mais objetivamente na análise do espaço vivenciado para então, deste, levar à estrutura da espacialidade humana, pois da análise do espaço vivenciado resultam uma tal riqueza em definições substanciais e uma tal variedade em questionamentos, como não seria possível enxergar no tratamento direto da estrutura da espacialidade.

Por esse motivo, nós intencionalmente adiamos a pergunta a respeito da espacialidade humana e trataremos, antes, de nos aproximar, com a maior imparcialidade, da análise do espaço vivenciado e vivido pelo homem.

A presente pesquisa quer, a título de início e preparação, tornar clara a importância e a fertilidade da questão do espaço vivenciado.

E, para ter presente a diversidade de colocações de problema que aqui se impõem, devemos, antes, preservar, nas diversas perspectivas, a visibilidade daquilo que, nas ciências individuais, já está pronto como aporte a essa busca. Isso para tomá-lo sob o ponto de vista filosófico e testar até onde se encaixa numa visão unificada.

Um vasto terreno, portanto, é necessário para a coleção desse material tão estratificado, e não se pode de todo evitar que divagações para diversos lados por vezes ameacem implodir o curso unitário da exposição. Somente na diversidade de perspectivas aqui concomitantes é que se pode preservar a fertilidade do questionamento condutor.

Naturalmente não se alcança, com isso, a totalidade. Deve ser suficiente levar exemplos apropriados às diferentes direções. Em especial, dois círculos de questões foram conscientemente retirados, pois sua problemática, que conduz a contextos inteiramente novos, teria implodido essas primeiras e elementares considerações.

São eles a questão da composição consciente do espaço nas artes plásticas e, depois, a transição do espaço imediatamente vivenciado para o espaço matemático-físico.


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Otto Friedrich Bollnow – O Homem E O Espaço

O Homem E O Espaço, de Otto Friedrich Bollnow, é considerado um estudo fundamental de arquitetura, geografia e filosofia nas universidades alemãs.

Otto Friedrich Bollnow - O Homem E O Espaço

A espacialidade da vida humana corresponde ao espaço vivenciado pelo homem e vice-versa, e eis aqui uma forte correlação. A cada afirmação sobre um corresponde uma afirmação sobre o outro.

Com isso, o início se dá mais objetivamente na análise do espaço vivenciado para então, deste, levar à estrutura da espacialidade humana, pois da análise do espaço vivenciado resultam uma tal riqueza em definições substanciais e uma tal variedade em questionamentos, como não seria possível enxergar no tratamento direto da estrutura da espacialidade.

Por esse motivo, nós intencionalmente adiamos a pergunta a respeito da espacialidade humana e trataremos, antes, de nos aproximar, com a maior imparcialidade, da análise do espaço vivenciado e vivido pelo homem.

A presente pesquisa quer, a título de início e preparação, tornar clara a importância e a fertilidade da questão do espaço vivenciado.

E, para ter presente a diversidade de colocações de problema que aqui se impõem, devemos, antes, preservar, nas diversas perspectivas, a visibilidade daquilo que, nas ciências individuais, já está pronto como aporte a essa busca. Isso para tomá-lo sob o ponto de vista filosófico e testar até onde se encaixa numa visão unificada.

Um vasto terreno, portanto, é necessário para a coleção desse material tão estratificado, e não se pode de todo evitar que divagações para diversos lados por vezes ameacem implodir o curso unitário da exposição. Somente na diversidade de perspectivas aqui concomitantes é que se pode preservar a fertilidade do questionamento condutor.

Naturalmente não se alcança, com isso, a totalidade. Deve ser suficiente levar exemplos apropriados às diferentes direções. Em especial, dois círculos de questões foram conscientemente retirados, pois sua problemática, que conduz a contextos inteiramente novos, teria implodido essas primeiras e elementares considerações.

São eles a questão da composição consciente do espaço nas artes plásticas e, depois, a transição do espaço imediatamente vivenciado para o espaço matemático-físico.


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