Monique Félix (Org.) – Arquivo Em Imagens Nº 6: Série Última Hora (Popular/Populismo)

Fundada em 1951 por Samuel Wainer, a Ultima Hora quebrou todos os paradigmas da imprensa da sua época, propondo um jornalismo ágil, de manchetes emocionantes, colunistas inesquecíveis e grandes fotos – muitas fotos. O Arquivo Público do Estado de São Paulo é responsável pela guarda do acervo iconográfico da UH, do qual faz parte um conjunto de cerca de 166 mil fotografias (positivos). Dentre elas, foram selecionadas 161 para compor este livro, que narra a história da conturbada época entre 1951 e 1964 –  a era de ouro do jornal.
Organizado por Monique Félix, o e-book conta também com prefácio de Moura Reis, jornalista que trabalhou na Ultima Hora. As imagens vibrantes do jornal foram divididas em quatro capítulos, cada qual dedicado a um presidente – Getúlio Vargas, o patrono do jornal; Juscelino Kubitschek; Jânio Quadros; e João Goulart. Mas a publicação não se restringe a lembrar a história política do Brasil daqueles tempos. Sua narrativa imagética também aborda e requalifica uma das mais apaixonantes discussões da historiografia contemporânea – a questão do populismo.


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Monique Félix (Org.) – Arquivo Em Imagens Nº 6: Série Última Hora (Popular/Populismo)

Fundada em 1951 por Samuel Wainer, a Ultima Hora quebrou todos os paradigmas da imprensa da sua época, propondo um jornalismo ágil, de manchetes emocionantes, colunistas inesquecíveis e grandes fotos - muitas fotos. O Arquivo Público do Estado de São Paulo é responsável pela guarda do acervo iconográfico da UH, do qual faz parte um conjunto de cerca de 166 mil fotografias (positivos). Dentre elas, foram selecionadas 161 para compor este livro, que narra a história da conturbada época entre 1951 e 1964 -  a era de ouro do jornal.
Organizado por Monique Félix, o e-book conta também com prefácio de Moura Reis, jornalista que trabalhou na Ultima Hora. As imagens vibrantes do jornal foram divididas em quatro capítulos, cada qual dedicado a um presidente - Getúlio Vargas, o patrono do jornal; Juscelino Kubitschek; Jânio Quadros; e João Goulart. Mas a publicação não se restringe a lembrar a história política do Brasil daqueles tempos. Sua narrativa imagética também aborda e requalifica uma das mais apaixonantes discussões da historiografia contemporânea - a questão do populismo.


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