Marlene Tamanini & Outras (Orgs.) – Teorias E Políticas De Gênero Na Contemporaneidade

Teorias E Políticas De Gênero Na Contemporaneidade traz enfoques que denunciam a desigualdade de gênero, a discriminação e a invisibilização da mulher.

Marlene Tamanini & Outras (Orgs.) – Teorias E Políticas De Gênero Na Contemporaneidade

Este livro se estrutura a partir do evento dos 20 anos do Núcleo de Estudos de Gênero da UFPR. Seu caráter, porém, não é memorial; localiza-se melhor como um exemplar das inúmeras e complexas facetas de múltiplos processos pelos quais se constituiu a episteme dos estudos de gênero e feministas no Brasil, e na América Latina.

E, em consonância com outros continentes – que igualmente vêm produzindo novos espaços de desconstrução e desnaturalização conceitual e de visibilização da diversidade dos sujeitos –, das epistemologias e das experiências que são frequentemente invisibilizadas.

É, portanto, parte de uma reflexão, da qual as autoras destes textos e outras pesquisadoras e pesquisadores foram protagonistas, seja a partir da sua participação nos grupos de pesquisa, como também na militância feminista e acadêmica. Igualmente são textos resultantes de reflexões a respeito de processos que se modificaram ao longo destes 20 anos, desde a fundação do Núcleo de Estudos de Gênero da UFPR.

Como é próprio do campo das epistemologias feministas, os textos aqui contidos têm em comum o propósito de dar voz e visibilidade ao trabalho exaustivo, intenso e complexo que se realiza para desnaturalizar concepções de ciência, de sujeitos e de direitos, especialmente, quando estes conceitos demonstram sua fragilidade para dialogar com a diversidade da experiência de mulheres e de tantos outros sujeitos que integram hoje os desafios analíticos das teorias feministas, lesbianas e queer.

De outra parte, o livro apresenta diversos eixos reflexivos que são comuns aos desafios relacionados à implantação de novas políticas, capazes de superar modelos binários e etnocêntricos.

Seus diferentes enfoques denunciam a desigualdade de gênero, a discriminação e a invisibilização da mulher, tanto na esfera profissional, na experiência cotidiana, na inserção política, quanto no campo da sua produção teórica.

Todos os textos destacam a importância do referencial teórico das perspectivas de gênero e das práticas sociais, teóricas e políticas feministas, no processo de transformação do pensamento acadêmico, social e da cultura vigente.

Destacam novas demandas na agenda feminista, a partir das transformações da sociedade e do acúmulo teórico das pesquisas e da militância, em especial ao longo das últimas décadas.

Mostram também a diversidade de vozes advindas da multiplicidade de experiências de sujeitos e de lugares de enunciação da luta feminista, aspectos que ocorrem em distintos contextos da construção de direitos e que trazem, não só demandas diferentes, mas também afirmam estratégias políticas e campos epistemológicos novos para atender a necessidade de referenciais teóricos e de uma agenda política onde o “diferente” e a diversidade possam, como sujeitos, fazer e pensar a história.


Deixe uma resposta

Marlene Tamanini & Outras (Orgs.) – Teorias E Políticas De Gênero Na Contemporaneidade

Teorias E Políticas De Gênero Na Contemporaneidade traz enfoques que denunciam a desigualdade de gênero, a discriminação e a invisibilização da mulher.

Marlene Tamanini & Outras (Orgs.) - Teorias E Políticas De Gênero Na Contemporaneidade

Este livro se estrutura a partir do evento dos 20 anos do Núcleo de Estudos de Gênero da UFPR. Seu caráter, porém, não é memorial; localiza-se melhor como um exemplar das inúmeras e complexas facetas de múltiplos processos pelos quais se constituiu a episteme dos estudos de gênero e feministas no Brasil, e na América Latina.

E, em consonância com outros continentes – que igualmente vêm produzindo novos espaços de desconstrução e desnaturalização conceitual e de visibilização da diversidade dos sujeitos –, das epistemologias e das experiências que são frequentemente invisibilizadas.

É, portanto, parte de uma reflexão, da qual as autoras destes textos e outras pesquisadoras e pesquisadores foram protagonistas, seja a partir da sua participação nos grupos de pesquisa, como também na militância feminista e acadêmica. Igualmente são textos resultantes de reflexões a respeito de processos que se modificaram ao longo destes 20 anos, desde a fundação do Núcleo de Estudos de Gênero da UFPR.

Como é próprio do campo das epistemologias feministas, os textos aqui contidos têm em comum o propósito de dar voz e visibilidade ao trabalho exaustivo, intenso e complexo que se realiza para desnaturalizar concepções de ciência, de sujeitos e de direitos, especialmente, quando estes conceitos demonstram sua fragilidade para dialogar com a diversidade da experiência de mulheres e de tantos outros sujeitos que integram hoje os desafios analíticos das teorias feministas, lesbianas e queer.

De outra parte, o livro apresenta diversos eixos reflexivos que são comuns aos desafios relacionados à implantação de novas políticas, capazes de superar modelos binários e etnocêntricos.

Seus diferentes enfoques denunciam a desigualdade de gênero, a discriminação e a invisibilização da mulher, tanto na esfera profissional, na experiência cotidiana, na inserção política, quanto no campo da sua produção teórica.

Todos os textos destacam a importância do referencial teórico das perspectivas de gênero e das práticas sociais, teóricas e políticas feministas, no processo de transformação do pensamento acadêmico, social e da cultura vigente.

Destacam novas demandas na agenda feminista, a partir das transformações da sociedade e do acúmulo teórico das pesquisas e da militância, em especial ao longo das últimas décadas.

Mostram também a diversidade de vozes advindas da multiplicidade de experiências de sujeitos e de lugares de enunciação da luta feminista, aspectos que ocorrem em distintos contextos da construção de direitos e que trazem, não só demandas diferentes, mas também afirmam estratégias políticas e campos epistemológicos novos para atender a necessidade de referenciais teóricos e de uma agenda política onde o “diferente” e a diversidade possam, como sujeitos, fazer e pensar a história.


Deixe uma resposta


Desenvolvido pela Quanta Comunicação