Maria Teresa Barbosa & Outros (Orgs.) – Ambiente Construído E Estratégias Sustentáveis

Ambiente Construído E Estratégias Sustentáveis para os leitores estudos inovadores desenvolvidos nos decorrer dos últimos anos.

Maria Teresa Barbosa, Manuela Almeida & José Alberto Castañon (Orgs.) – Ambiente Construído E Estratégias Sustentáveis

Os coordenadores deste livro, fruto da integração e da cooperação de diversos docentes do Programa de Pós-graduação em Ambiente Construído da Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Juiz de Fora e do International Doctoral Programme in Sustainable Environment da Faculdade de Engenharia da Universidade do Minho (Portugal), proporcionam aos leitores o acesso a estudos inovadores desenvolvidos nos decorrer dos últimos anos que muito estão a contribuir para o fortalecimento da pesquisa em prol do desenvolvimento sustentável.

O interesse por projetos sustentáveis, aplicáveis à Indústria da Construção Civil aumentou nos anos 1970, em resposta à alta no preço do petróleo. Essa crise resultou no aprimoramento da “casa solar”, na qual se empregava energia limpa e reciclável. Na época, consideradas construções inovadoras, estabeleceram as bases sobre as quais se desenvolveram os projetos para as ecohouses do século XXI.

Em meados da década de 1990 ocorreu a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, na cidade do Rio de Janeiro, a Eco- 92. Esse evento resultou na Agenda 21, a qual trata do conceito fundamental de desenvolvimento sustentável que, em resumo, significa: “o desenvolvimento que satisfaz as necessidades da geração atual sem comprometer a possibilidade das gerações futuras satisfazerem suas próprias necessidades”, sendo rediscutido e reafirmado na Rio +20, no ano de 2012 e em inúmeros eventos que ocorrem até a atualidade em diversos países.

O conceito de construção sustentável caracteriza-se, portanto, por considerar fatores ambientais, sociais (sociocultural) e econômicos (custo-benefício) e, recentemente, os aspectos culturais, as implicações do patrimônio cultural do ambiente construído e os fatores institucionais (gestão-sociedade) também passaram a ser considerados relevantes no contexto de desenvolvimento sustentável.

Destaca-se, inclusive, os quatro princípios básicos que juntos devem determinar um desenvolvimento sustentável, a saber: a preocupação com as gerações futuras, a proteção da integridade dos ecossistemas, a população economicamente pobre e a participação da população nas decisões que a afeta.

Nesse contexto, o grupo de docentes e discentes autores dos capítulos que compõem esse segundo livro da série iniciada com “Ambiente Construído”, propõem contribuir para o fortalecimento do desenvolvimento sustentável através do intercâmbio de pesquisas e conhecimentos entre as instituições parceiras, UFJF/ UM inho.

A presente obra é reflexo do crescente interesse diversos setores da sociedade no assunto, tendo em vista os investimentos em pesquisas, projetos e execução de ideias que tendem a contribuir para a redução dos impactos ambientais, sociais e econômicos estimulando o fortalecimento do conceito de sustentabilidade.

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Ambiente Construído E Estratégias Sustentáveis para os leitores estudos inovadores desenvolvidos nos decorrer dos últimos anos.

Maria Teresa Barbosa, Manuela Almeida & José Alberto Castañon (Orgs.) - Ambiente Construído E Estratégias Sustentáveis

Os coordenadores deste livro, fruto da integração e da cooperação de diversos docentes do Programa de Pós-graduação em Ambiente Construído da Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Juiz de Fora e do International Doctoral Programme in Sustainable Environment da Faculdade de Engenharia da Universidade do Minho (Portugal), proporcionam aos leitores o acesso a estudos inovadores desenvolvidos nos decorrer dos últimos anos que muito estão a contribuir para o fortalecimento da pesquisa em prol do desenvolvimento sustentável.

O interesse por projetos sustentáveis, aplicáveis à Indústria da Construção Civil aumentou nos anos 1970, em resposta à alta no preço do petróleo. Essa crise resultou no aprimoramento da “casa solar”, na qual se empregava energia limpa e reciclável. Na época, consideradas construções inovadoras, estabeleceram as bases sobre as quais se desenvolveram os projetos para as ecohouses do século XXI.

Em meados da década de 1990 ocorreu a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, na cidade do Rio de Janeiro, a Eco- 92. Esse evento resultou na Agenda 21, a qual trata do conceito fundamental de desenvolvimento sustentável que, em resumo, significa: “o desenvolvimento que satisfaz as necessidades da geração atual sem comprometer a possibilidade das gerações futuras satisfazerem suas próprias necessidades”, sendo rediscutido e reafirmado na Rio +20, no ano de 2012 e em inúmeros eventos que ocorrem até a atualidade em diversos países.

O conceito de construção sustentável caracteriza-se, portanto, por considerar fatores ambientais, sociais (sociocultural) e econômicos (custo-benefício) e, recentemente, os aspectos culturais, as implicações do patrimônio cultural do ambiente construído e os fatores institucionais (gestão-sociedade) também passaram a ser considerados relevantes no contexto de desenvolvimento sustentável.

Destaca-se, inclusive, os quatro princípios básicos que juntos devem determinar um desenvolvimento sustentável, a saber: a preocupação com as gerações futuras, a proteção da integridade dos ecossistemas, a população economicamente pobre e a participação da população nas decisões que a afeta.

Nesse contexto, o grupo de docentes e discentes autores dos capítulos que compõem esse segundo livro da série iniciada com “Ambiente Construído”, propõem contribuir para o fortalecimento do desenvolvimento sustentável através do intercâmbio de pesquisas e conhecimentos entre as instituições parceiras, UFJF/ UM inho.

A presente obra é reflexo do crescente interesse diversos setores da sociedade no assunto, tendo em vista os investimentos em pesquisas, projetos e execução de ideias que tendem a contribuir para a redução dos impactos ambientais, sociais e econômicos estimulando o fortalecimento do conceito de sustentabilidade.

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