Maria Inês Souza Bravo & Maurílio Castro De Matos (Orgs.) – Assesoria, Consultoria E Serviço Social

Este livro destaca‑se entre as produções na área do Serviço Social. É corajoso. Não só porque busca refletir sobre a importância da assessoria no Serviço Social e sobre o potencial que o Serviço Social tem na atividade de assessoria, a partir de pesquisa bibliográfica sobre o tema. Vai além. Mostra relatos e problematizações de experiências de assessoria em diferentes áreas da política social e no âmbito da universidade pública.
Em tempos de hegemonia do capital, que precisa da humanização do que não pode ser humanizado — a exploração do homem pelo homem —, a formação de profissionais críticos e reflexivos não é funcional ao sistema e tem de ser freada. Para essa organização social é suficiente a formação de um profissional que promova “humanização” das relações pessoais e acesso “eficiente” a um mínimo para a sobrevivência, a partir de “escuta atenta” e “bom acolhimento”.
Por outro lado, assistentes sociais, tomando como referência os direitos sociais e o Projeto Ético‑Político do Serviço Social, ultrapassam as perspectivas que enfocam apenas as relações pessoais enfatizando as demandas reais dos usuários com vista a contribuir para a sua emancipação política.


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Maria Inês Souza Bravo & Maurílio Castro De Matos (Orgs.) – Assesoria, Consultoria E Serviço Social

Este livro destaca‑se entre as produções na área do Serviço Social. É corajoso. Não só porque busca refletir sobre a importância da assessoria no Serviço Social e sobre o potencial que o Serviço Social tem na atividade de assessoria, a partir de pesquisa bibliográfica sobre o tema. Vai além. Mostra relatos e problematizações de experiências de assessoria em diferentes áreas da política social e no âmbito da universidade pública.
Em tempos de hegemonia do capital, que precisa da humanização do que não pode ser humanizado — a exploração do homem pelo homem —, a formação de profissionais críticos e reflexivos não é funcional ao sistema e tem de ser freada. Para essa organização social é suficiente a formação de um profissional que promova “humanização” das relações pessoais e acesso “eficiente” a um mínimo para a sobrevivência, a partir de “escuta atenta” e “bom acolhimento”.
Por outro lado, assistentes sociais, tomando como referência os direitos sociais e o Projeto Ético‑Político do Serviço Social, ultrapassam as perspectivas que enfocam apenas as relações pessoais enfatizando as demandas reais dos usuários com vista a contribuir para a sua emancipação política.


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