María Eugenia Domínguez & Deise Lucy Oliveira Montardo (Orgs.) – Arte, Som E Etnografia

Arte, Som E Etnografia traz contribuições de pesquisadores ligados à rede de pesquisa “Arte, performance e sociabilidades”, do INCT-IBP.

María Eugenia Domínguez & Deise Lucy Oliveira Montardo (Orgs.) – Arte, Som E Etnografia

Os estudos antropológicos da arte, das imagens e dos sons têm em comum o interesse em entender a eficácia desses temas para elaborar relações. Relações entre pessoas e coletivos, entre pontos do espaço e do tempo, entre a dimensão visível e a invisível da experiência, entre formas e emoções. É justamente dessas relações que se aproximam, por diferentes caminhos etnográficos, os textos reunidos nesta coletânea.

Arte, Som E Etnografia traz contribuições de pesquisadores ligados à rede de pesquisa “Arte, performance e sociabilidades”, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Brasil Plural (INCT-IBP), vinculado ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), como também de convidados que em diferentes oportunidades participaram dos trabalhos da rede.

Esses pesquisadores têm se reunido em encontros e colóquios no decorrer dos últimos dez anos, desde a constituição dessa rede. O mais recente foi o Colóquio Arte, Sons e Etnografias, realizado em novembro de 2019 na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis. Esse encontro, como os que o precederam, foi um espaço para o diálogo e para a reflexão sobre os modos como a pesquisa etnográfica em arte, som e performance vem sendo atualizada em diferentes centros de pesquisa do Brasil e do mundo.

Embora nutridos em diferentes tradições conceituais, e por mais que versem sobre assuntos e objetos diversos, todos os trabalhos caracterizam-se por modos de fazer etnografia que dão centralidade à dimensão estética da experiência, tanto das experiências pesquisadas quanto da própria experiência do fazer etnográfico.

A diversidade de temas tratados revela justamente o potencial de uma abordagem que não negligencie o valor da forma e da emoção nos fazeres humanos. Mais do que retratar as performances ou os modos de fazer artístico de uma categoria social particular, ou as características das imagens e dos sons produzidos por este ou aquele coletivo, este volume busca se somar às discussões sobre o potencial de considerar a dimensão sensível da experiência nos modos como fazemos etnografia.


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Arte, Som E Etnografia traz contribuições de pesquisadores ligados à rede de pesquisa “Arte, performance e sociabilidades”, do INCT-IBP.

María Eugenia Domínguez & Deise Lucy Oliveira Montardo (Orgs.) - Arte, Som E Etnografia

Os estudos antropológicos da arte, das imagens e dos sons têm em comum o interesse em entender a eficácia desses temas para elaborar relações. Relações entre pessoas e coletivos, entre pontos do espaço e do tempo, entre a dimensão visível e a invisível da experiência, entre formas e emoções. É justamente dessas relações que se aproximam, por diferentes caminhos etnográficos, os textos reunidos nesta coletânea.

Arte, Som E Etnografia traz contribuições de pesquisadores ligados à rede de pesquisa “Arte, performance e sociabilidades”, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Brasil Plural (INCT-IBP), vinculado ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), como também de convidados que em diferentes oportunidades participaram dos trabalhos da rede.

Esses pesquisadores têm se reunido em encontros e colóquios no decorrer dos últimos dez anos, desde a constituição dessa rede. O mais recente foi o Colóquio Arte, Sons e Etnografias, realizado em novembro de 2019 na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis. Esse encontro, como os que o precederam, foi um espaço para o diálogo e para a reflexão sobre os modos como a pesquisa etnográfica em arte, som e performance vem sendo atualizada em diferentes centros de pesquisa do Brasil e do mundo.

Embora nutridos em diferentes tradições conceituais, e por mais que versem sobre assuntos e objetos diversos, todos os trabalhos caracterizam-se por modos de fazer etnografia que dão centralidade à dimensão estética da experiência, tanto das experiências pesquisadas quanto da própria experiência do fazer etnográfico.

A diversidade de temas tratados revela justamente o potencial de uma abordagem que não negligencie o valor da forma e da emoção nos fazeres humanos. Mais do que retratar as performances ou os modos de fazer artístico de uma categoria social particular, ou as características das imagens e dos sons produzidos por este ou aquele coletivo, este volume busca se somar às discussões sobre o potencial de considerar a dimensão sensível da experiência nos modos como fazemos etnografia.


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