Marcelo Carneiro De Freitas & Outros (Orgs.) – Engenharia De Pesca

Por meio das diversas áreas temáticas que são abordadas, a obra Engenharia De Pesca visa despertar no leitor o interesse pela profissão.

Marcelo Carneiro De Freitas, Norma Suely Evangelista-Barreto, Moacyr Serafim Junior & Soraia Barreto Aguiar Fonteles (Orgs.) – Engenharia De Pesca: Pesquisas Acadêmicas

O Curso de Engenharia de Pesca foi criado na Universidade Federal Rural de Pernambuco em julho de 1970, com início da primeira turma em 1971, sendo inserido no contexto da política nacional vigente, quando o Governo Federal estabeleceu, através do Decreto-Lei nº 221 de fevereiro de 1967, os incentivos fiscais e financeiros específicos para o desenvolvimento da pesca.

Posteriormente, em julho de 1972 também foi criado na Universidade Federal do Ceará e após 16 anos, na Universidade do Amazonas em 1988. No estado da Bahia, o segundo Curso de Engenharia de Pesca foi criado em 2005, na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.

Atualmente os cursos de Engenharia de Pesca estão presentes em 14 dos 17 estados costeiros brasileiros (SC, PR, SP, ES, BA, SE, AL, PE, RN, CE, PI, MA, PA e AP) e em 2 não costeiros (AM e RO), totalizando 26 cursos, com maior concentração nas regiões Norte e Nordeste.

A Engenharia de Pesca participa do sistema CONFEA/CREA desde 1983, quando as competências do profissional foram atribuídas por meio da Resolução CONFEA nº 279 de 15 de junho de 1983. Entretanto as diretrizes curriculares dos Cursos de Graduação em Engenharia de Pesca só foram instituídas pelo Conselho Nacional de Educação por meio da Resolução nº 5, de 2 de fevereiro de 2006.

Os currículos dos cursos estão distribuídos em três núcleos de conteúdos, básicos, profissionais e de conhecimentos essenciais específicos. No núcleo profissional várias áreas são exploradas, entre elas, a pesca, aquicultura, tecnologia do pescado, genética, sanidade, biotecnologia, entre outras.

Nesse contexto do profissional de Engenharia de Pesca, o estado da Bahia possui um grande potencial para a pesca e aquicultura, pois apresenta uma grande distribuição de áreas aquáticas. Esta publicação apresenta trabalhos realizados em diversas regiões da Bahia, no qual foram desenvolvidos por docentes, discentes e técnicos administrativos.

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Marcelo Carneiro De Freitas & Outros (Orgs.) – Engenharia De Pesca

Por meio das diversas áreas temáticas que são abordadas, a obra Engenharia De Pesca visa despertar no leitor o interesse pela profissão.

Marcelo Carneiro De Freitas, Norma Suely Evangelista-Barreto, Moacyr Serafim Junior & Soraia Barreto Aguiar Fonteles (Orgs.) - Engenharia De Pesca: Pesquisas Acadêmicas

O Curso de Engenharia de Pesca foi criado na Universidade Federal Rural de Pernambuco em julho de 1970, com início da primeira turma em 1971, sendo inserido no contexto da política nacional vigente, quando o Governo Federal estabeleceu, através do Decreto-Lei nº 221 de fevereiro de 1967, os incentivos fiscais e financeiros específicos para o desenvolvimento da pesca.

Posteriormente, em julho de 1972 também foi criado na Universidade Federal do Ceará e após 16 anos, na Universidade do Amazonas em 1988. No estado da Bahia, o segundo Curso de Engenharia de Pesca foi criado em 2005, na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.

Atualmente os cursos de Engenharia de Pesca estão presentes em 14 dos 17 estados costeiros brasileiros (SC, PR, SP, ES, BA, SE, AL, PE, RN, CE, PI, MA, PA e AP) e em 2 não costeiros (AM e RO), totalizando 26 cursos, com maior concentração nas regiões Norte e Nordeste.

A Engenharia de Pesca participa do sistema CONFEA/CREA desde 1983, quando as competências do profissional foram atribuídas por meio da Resolução CONFEA nº 279 de 15 de junho de 1983. Entretanto as diretrizes curriculares dos Cursos de Graduação em Engenharia de Pesca só foram instituídas pelo Conselho Nacional de Educação por meio da Resolução nº 5, de 2 de fevereiro de 2006.

Os currículos dos cursos estão distribuídos em três núcleos de conteúdos, básicos, profissionais e de conhecimentos essenciais específicos. No núcleo profissional várias áreas são exploradas, entre elas, a pesca, aquicultura, tecnologia do pescado, genética, sanidade, biotecnologia, entre outras.

Nesse contexto do profissional de Engenharia de Pesca, o estado da Bahia possui um grande potencial para a pesca e aquicultura, pois apresenta uma grande distribuição de áreas aquáticas. Esta publicação apresenta trabalhos realizados em diversas regiões da Bahia, no qual foram desenvolvidos por docentes, discentes e técnicos administrativos.

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