Manoel De Barros – Poesia Completa

Em Poesia completa estarão os primeiros poemas de Manoel de Barros: ‘Poemas concebidos sem pecado’, de 1937, e a mais recente: ‘Menino do mato’, de 2010. São eles: ‘Poemas concebidos sem pecado’, de 1937, ‘Face imóvel’, de 1942, ‘Poesias’, de 1947, ‘Compêndio para uso dos pássaros’, de 1960, ‘Gramática expositiva do chão’, de 1966, ‘Matéria de poesia’, de 1970, ‘Arranjos para assobio’, de 1980, ‘Livro de pré-coisas’, de 1985, ‘O guardador de águas’, de 1989, ‘Concerto a céu aberto para solos de ave’, de 1991, ‘O livro das ignorãças’, de 1993, ‘Livro sobre nada’, de 1996, ‘Retrato do artista quando coisa’, de 1998, ‘Ensaios fotográficos’, de 2000, ‘Tratado geral das grandezas do ínfimo’, de 2001, ‘Poemas rupestres’, de 2004 e ‘Menino do mato’, de 2010.


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Manoel De Barros – Poesia Completa

Em Poesia completa estarão os primeiros poemas de Manoel de Barros: 'Poemas concebidos sem pecado', de 1937, e a mais recente: 'Menino do mato', de 2010. São eles: 'Poemas concebidos sem pecado', de 1937, 'Face imóvel', de 1942, 'Poesias', de 1947, 'Compêndio para uso dos pássaros', de 1960, 'Gramática expositiva do chão', de 1966, 'Matéria de poesia', de 1970, 'Arranjos para assobio', de 1980, 'Livro de pré-coisas', de 1985, 'O guardador de águas', de 1989, 'Concerto a céu aberto para solos de ave', de 1991, 'O livro das ignorãças', de 1993, 'Livro sobre nada', de 1996, 'Retrato do artista quando coisa', de 1998, 'Ensaios fotográficos', de 2000, 'Tratado geral das grandezas do ínfimo', de 2001, 'Poemas rupestres', de 2004 e 'Menino do mato', de 2010.


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