Luiz Cesar De Queiroz Ribeiro (Org.) – As Metrópoles E O Capitalismo Financeirizado

As Metrópoles E O Capitalismo Financeirizado reúne pesquisas realizados pelos integrantes do Grupo de Pesquisa Metrópole, Estado e Capital.

Luiz Cesar De Queiroz Ribeiro (Org.) – As Metrópoles E O Capitalismo Financeirizado

As Metrópoles E O Capitalismo Financeirizado reúne os resultados do trabalho coletivo de pesquisa e reflexão realizado pelos integrantes do Grupo de Pesquisa Metrópole, Estado e Capital, criado em 2015, no âmbito do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Observatório das Metrópoles.

Na origem, a principal justificativa para a criação deste grupo deveu-se ao interesse dos seus integrantes em estabelecer um diálogo teórico e analítico entre a matriz teórica braudeliana-arrighiana e o pensamento crítico presente no campo dos estudos urbanos e regionais.

Ao fazê-lo, buscávamos alternativas de interpretação sobre as conexões entre as transformações do capitalismo, em curso desde os anos 1970, e os processos de reestruturação urbana-regional em suas variadas dimensões, como a econômica, social, política e cultural.

Os capítulos de As Metrópoles E O Capitalismo Financeirizado resultam da produção dos seus integrantes e de autores e autoras com quem mantivemos interações intelectuais, diretas ou indiretas, compartilhando indagações, análises e inquietações teóricas.

A unidade do livro é dada pelos marcos teóricos, analíticos e empíricos construídos pelo grupo a partir da leitura e discussão sistemáticas de vasta bibliografia, nacional e internacional, em torno da dimensão financeira da atual lógica rentista do capitalismo. Bibliografia que considera, ainda, as possíveis expressões dessa lógica na dinâmica da produção do espaço urbano.

Portanto, os textos aqui reunidos dialogam com as várias correntes do pensamento crítico organizado em torno da hipótese da financeirização do capitalismo pós-1970. Segundo a literatura sobre o tema, a financeirização não se resume à esfera da economia, mas atinge em múltiplas escalas os domínios da vida social, política e mesmo cotidiana.

É isso que sugere, por exemplo, o argumento de Aalbers, cuja obra tem grande influência nesse debate e no campo dos estudos urbanos, ou de Braga, para quem a financeirização representa o padrão sistêmico de riqueza do capitalismo contemporâneo.

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As Metrópoles E O Capitalismo Financeirizado reúne os resultados do trabalho coletivo de pesquisa e reflexão realizado pelos integrantes do Grupo de Pesquisa Metrópole, Estado e Capital, criado em 2015, no âmbito do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Observatório das Metrópoles.

Na origem, a principal justificativa para a criação deste grupo deveu-se ao interesse dos seus integrantes em estabelecer um diálogo teórico e analítico entre a matriz teórica braudeliana-arrighiana e o pensamento crítico presente no campo dos estudos urbanos e regionais.

Ao fazê-lo, buscávamos alternativas de interpretação sobre as conexões entre as transformações do capitalismo, em curso desde os anos 1970, e os processos de reestruturação urbana-regional em suas variadas dimensões, como a econômica, social, política e cultural.

Os capítulos de As Metrópoles E O Capitalismo Financeirizado resultam da produção dos seus integrantes e de autores e autoras com quem mantivemos interações intelectuais, diretas ou indiretas, compartilhando indagações, análises e inquietações teóricas.

A unidade do livro é dada pelos marcos teóricos, analíticos e empíricos construídos pelo grupo a partir da leitura e discussão sistemáticas de vasta bibliografia, nacional e internacional, em torno da dimensão financeira da atual lógica rentista do capitalismo. Bibliografia que considera, ainda, as possíveis expressões dessa lógica na dinâmica da produção do espaço urbano.

Portanto, os textos aqui reunidos dialogam com as várias correntes do pensamento crítico organizado em torno da hipótese da financeirização do capitalismo pós-1970. Segundo a literatura sobre o tema, a financeirização não se resume à esfera da economia, mas atinge em múltiplas escalas os domínios da vida social, política e mesmo cotidiana.

É isso que sugere, por exemplo, o argumento de Aalbers, cuja obra tem grande influência nesse debate e no campo dos estudos urbanos, ou de Braga, para quem a financeirização representa o padrão sistêmico de riqueza do capitalismo contemporâneo.

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