Luís Francisco Munaro (Org.) – Terra Das Letras Mortas

Terra Das Letras Mortas é composta de oito capítulos, produzidos por pesquisadores nos sete estados do norte do país.

Luís Francisco Munaro (Org.) – Terra Das Letras Mortas: A Identidade Da Amazônia Nos Jornais Regionais

Esta obra que o leitor tem em mãos incide especificamente sobre os jornais que começaram a se desenvolver na bacia hidrográfica e as suas preocupações políticas e sociais, mais ou menos entre o período que vai da economia da borracha até o início do governo Vargas (1880-1930).

Por um lado, estuda como eles buscaram se integrar na vida local, por outro, como eles tentaram ecoar uma visão política que fosse capaz de fugir aos limites estreitos da vida na província. Ela contribui para desenhar, portanto, a formação da consciência regional por meio dos jornais, sendo, como se sabe, a consciência de pertencimento um elemento indispensável para a formação de uma identidade em comum.

Terra Das Letras Mortas é composta de oito capítulos, produzidos por pesquisadores nos sete estados do norte do país. Cada um dos estados teve liberdade para trabalhar, metodológica e cronologicamente, a sua análise das fontes documentais jornalísticas.

O objetivo inicial era estender essa percepção até os anos de Getúlio Vargas, quando começou a se consolidar uma intelligentsia de caráter regional conectada com o planeamento da nação e com fontes seguras de financiamento estatal. Foi deste objetivo inicial que surgiu o título Terra Das Letras Mortas. Cabendo aqui mais um parêntese importante: por quê este título, afinal? O título evoca justamente a solidão sentida pelo intelectual que permanece na “província”, no interior, na periferia.

Dotados de dinâmica própria, os estudos escolheram os aspectos específicos da memória e identidade regional, considerando o papel dos jornais na formação da identidade política, num processo lento e inexato que diz respeito à “tomada de consciência”.

Entre os autores, como se verá na descrição ao final deste livro, estão acadêmicos de formações as mais diversificadas, cujas trajetórias também refletem o intenso trânsito de subjetividades que é característico da formação social nortista. Os autores tiveram liberdade relativa com relação aos marcos temporais, ficando entre os momentos iniciais da imprensa em cada um dos estados até os anos de Getúlio Vargas no poder

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Terra Das Letras Mortas é composta de oito capítulos, produzidos por pesquisadores nos sete estados do norte do país.

Luís Francisco Munaro (Org.) - Terra Das Letras Mortas: A Identidade Da Amazônia Nos Jornais Regionais

Esta obra que o leitor tem em mãos incide especificamente sobre os jornais que começaram a se desenvolver na bacia hidrográfica e as suas preocupações políticas e sociais, mais ou menos entre o período que vai da economia da borracha até o início do governo Vargas (1880-1930).

Por um lado, estuda como eles buscaram se integrar na vida local, por outro, como eles tentaram ecoar uma visão política que fosse capaz de fugir aos limites estreitos da vida na província. Ela contribui para desenhar, portanto, a formação da consciência regional por meio dos jornais, sendo, como se sabe, a consciência de pertencimento um elemento indispensável para a formação de uma identidade em comum.

Terra Das Letras Mortas é composta de oito capítulos, produzidos por pesquisadores nos sete estados do norte do país. Cada um dos estados teve liberdade para trabalhar, metodológica e cronologicamente, a sua análise das fontes documentais jornalísticas.

O objetivo inicial era estender essa percepção até os anos de Getúlio Vargas, quando começou a se consolidar uma intelligentsia de caráter regional conectada com o planeamento da nação e com fontes seguras de financiamento estatal. Foi deste objetivo inicial que surgiu o título Terra Das Letras Mortas. Cabendo aqui mais um parêntese importante: por quê este título, afinal? O título evoca justamente a solidão sentida pelo intelectual que permanece na “província”, no interior, na periferia.

Dotados de dinâmica própria, os estudos escolheram os aspectos específicos da memória e identidade regional, considerando o papel dos jornais na formação da identidade política, num processo lento e inexato que diz respeito à “tomada de consciência”.

Entre os autores, como se verá na descrição ao final deste livro, estão acadêmicos de formações as mais diversificadas, cujas trajetórias também refletem o intenso trânsito de subjetividades que é característico da formação social nortista. Os autores tiveram liberdade relativa com relação aos marcos temporais, ficando entre os momentos iniciais da imprensa em cada um dos estados até os anos de Getúlio Vargas no poder

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