Lauren Dos Reis Bastos – Muito Além De Leonel Brizola

Muito Além De Leonel Brizola debate o tema da encampação e desapropriação da Companhia de Energia Elétrica Rio-Grandense (CEERG).

Lauren Dos Reis Bastos – Muito Além De Leonel Brizola: A Encampação E A Desapropriação Da AMFORP Em Porto Alegre (1959)

Muito Além De Leonel Brizola: A Encampação E A Desapropriação Da AMFORP Em Porto Alegre (1959) debate o tema da encampação e desapropriação da Companhia de Energia Elétrica Rio-Grandense (CEERG), subsidiária da norte-americana American & Foreign Power Company (AMFORP), efetuada em 1959 no governo de Leonel Brizola.

O episódio é mais do que conhecido na historiografia sul-rio-grandense, com diversos (e excelentes) estudos já publicados.

Neles, a iniciativa da encampação acompanhada de indenização por Cr$ 1,00 (um cruzeiro) sempre esteve vinculada à persona do então governador, principalmente em decorrência da ideologia anti-imperialista que fazia parte dos discursos polarizados próprios das décadas de 1950 e 1960.

Contudo, a hipótese que se pretende seguir é de que esse ato está além de Leonel Brizola, não no quesito cronológico, mas em referência à sua persona. Este trabalho se destaca pela objeção que fará à atribuição da iniciativa ao político, a partir da hipótese de que os eventos não estão intrinsicamente relacionados com sua característica anti-imperialista.

Para alcançar os objetivos e empregar a hipótese referida, se utilizará o processo judicial de desapropriação da CEERG como fonte principal, e a partir dele será apresentada uma diferente perspectiva para esses eventos. Ele será examinado tanto em sua integralidade, como se verá no terceiro capítulo, mas igualmente a partir de documentos isolados, que recuam na linha cronológica pois conjugados sob outras condições.

A proposta é trabalhar o tema da encampação da AMFORP em Porto Alegre contrapondo a narrativa existente com as informações encontradas no Judiciário.

A estratégia utilizada, na qual a História e o Direito colocam-se em diálogo constante, pretende ser mais do que apenas a justaposição dos campos do conhecimento e apresentar-se como recurso metodológico, considerando a interdisciplinaridade sob a análise da hermenêutica.


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Lauren Dos Reis Bastos – Muito Além De Leonel Brizola

Muito Além De Leonel Brizola debate o tema da encampação e desapropriação da Companhia de Energia Elétrica Rio-Grandense (CEERG).

Lauren Dos Reis Bastos - Muito Além De Leonel Brizola: A Encampação E A Desapropriação Da AMFORP Em Porto Alegre (1959)

Muito Além De Leonel Brizola: A Encampação E A Desapropriação Da AMFORP Em Porto Alegre (1959) debate o tema da encampação e desapropriação da Companhia de Energia Elétrica Rio-Grandense (CEERG), subsidiária da norte-americana American & Foreign Power Company (AMFORP), efetuada em 1959 no governo de Leonel Brizola.

O episódio é mais do que conhecido na historiografia sul-rio-grandense, com diversos (e excelentes) estudos já publicados.

Neles, a iniciativa da encampação acompanhada de indenização por Cr$ 1,00 (um cruzeiro) sempre esteve vinculada à persona do então governador, principalmente em decorrência da ideologia anti-imperialista que fazia parte dos discursos polarizados próprios das décadas de 1950 e 1960.

Contudo, a hipótese que se pretende seguir é de que esse ato está além de Leonel Brizola, não no quesito cronológico, mas em referência à sua persona. Este trabalho se destaca pela objeção que fará à atribuição da iniciativa ao político, a partir da hipótese de que os eventos não estão intrinsicamente relacionados com sua característica anti-imperialista.

Para alcançar os objetivos e empregar a hipótese referida, se utilizará o processo judicial de desapropriação da CEERG como fonte principal, e a partir dele será apresentada uma diferente perspectiva para esses eventos. Ele será examinado tanto em sua integralidade, como se verá no terceiro capítulo, mas igualmente a partir de documentos isolados, que recuam na linha cronológica pois conjugados sob outras condições.

A proposta é trabalhar o tema da encampação da AMFORP em Porto Alegre contrapondo a narrativa existente com as informações encontradas no Judiciário.

A estratégia utilizada, na qual a História e o Direito colocam-se em diálogo constante, pretende ser mais do que apenas a justaposição dos campos do conhecimento e apresentar-se como recurso metodológico, considerando a interdisciplinaridade sob a análise da hermenêutica.


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