Direito E Interdisciplinaridade Vol. I

Karoline Mafra Sarmento Beserra & Outras (Orgs.) - Coletânea De Artigos Direito E Interdisciplinaridade Vol. I

Esta obra é produto do Primeiro Colóquio de Direito do Centro Universitário Tiradentes (UNIT-AL), que ocorreu em 2017

, e está dividida em cinco partes: o processo civil em transformação; violência, Estado e sociedade; direitos humanos e o direito das minorias; jurisdição constitucional, políticas públicas e instrumentos de intervenção do estado e educação, Estado e sociedade.

Ainda, é possível ver nos capítulos de cada uma das partes mencionadas, a marca indelével da interdisciplinaridade. Convidamos você a encarar esta obra, não como um mero instrumento de transmissão de resultado de pesquisa, mas como um convite de luta contra a colonização do mundo pelo doxa e pela construção de um novo amanhã.

A pesquisa científica em direito nunca foi tradição no Estado de Alagoas. As faculdades restringiam-se a buscar tão somente fornecer ao aluno o que consideravam um ensino de qualidade, olvidando-se do conhecido tripé da formação discente – ensino, pesquisa e extensão.

Sem desmerecer, evidentemente, a necessidade daquele primeiro, a pesquisa e a extensão possuem um papel crucial em uma formação profissional, afinal de contas a mera recepção de informações por conduto de exposições orais constrangidas pelos muros acadêmicos tem um perigoso potencial reacionário, quando divorciado do ato revolucionário da pesquisa. Sim, um ato potencialmente revolucionário por natureza.

O momento no qual os fluxos de dois poderosos rios se encontram: o da percepção verticalizada com o do uso da criatividade, cuja comunhão provoca a erupção do discurso perlocucionário das ciências.

A própria academia, quando busca seu sustentáculo tão somente na atividade de ensino, está fadada a um de dois destinos: ou se perpetuar em falso ou tombar à primeira lufada de vento.

Ela deve sempre aspirar, por excelência, o lugar de produção e difusão de conhecimento, em um ciclo contínuo e autopoiético – produz-se para difundir-se para produzir.

Retirar este da cadeia reduz o ambiente acadêmico à mera caixa de ressonância, a um artista vaticinado a ser eterno “cover”, a uma existência de baixa intensidade.

 

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Karoline Mafra Sarmento Beserra & Outras (Orgs.) – Coletânea De Artigos Direito E Interdisciplinaridade Vol. I

Esta obra é produto do Primeiro Colóquio de Direito do Centro Universitário Tiradentes (UNIT-AL), que ocorreu em 2017, e está dividida em cinco partes: o processo civil em transformação; violência, Estado e sociedade; direitos humanos e o direito das minorias; jurisdição constitucional, políticas públicas e instrumentos de intervenção do estado e educação, Estado e sociedade.

Ainda, é possível ver nos capítulos de cada uma das partes mencionadas, a marca indelével da interdisciplinaridade. Convidamos você a encarar esta obra, não como um mero instrumento de transmissão de resultado de pesquisa, mas como um convite de luta contra a colonização do mundo pelo doxa e pela construção de um novo amanhã.

A pesquisa científica em direito nunca foi tradição no Estado de Alagoas. As faculdades restringiam-se a buscar tão somente fornecer ao aluno o que consideravam um ensino de qualidade, olvidando-se do conhecido tripé da formação discente – ensino, pesquisa e extensão.

Sem desmerecer, evidentemente, a necessidade daquele primeiro, a pesquisa e a extensão possuem um papel crucial em uma formação profissional, afinal de contas a mera recepção de informações por conduto de exposições orais constrangidas pelos muros acadêmicos tem um perigoso potencial reacionário, quando divorciado do ato revolucionário da pesquisa. Sim, um ato potencialmente revolucionário por natureza.

O momento no qual os fluxos de dois poderosos rios se encontram: o da percepção verticalizada com o do uso da criatividade, cuja comunhão provoca a erupção do discurso perlocucionário das ciências.

A própria academia, quando busca seu sustentáculo tão somente na atividade de ensino, está fadada a um de dois destinos: ou se perpetuar em falso ou tombar à primeira lufada de vento.

Ela deve sempre aspirar, por excelência, o lugar de produção e difusão de conhecimento, em um ciclo contínuo e autopoiético – produz-se para difundir-se para produzir.

Retirar este da cadeia reduz o ambiente acadêmico à mera caixa de ressonância, a um artista vaticinado a ser eterno “cover”, a uma existência de baixa intensidade.

 

https://livrandante.com.br/contribuicao/caneca-fusquinha-branca/

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