Juscelino Kubitschek – Por Que Construí Brasília

A mudança da capital do Brasil para o interior já estava prevista na primeira Constituição Republicana, datada de 1891. O seu artigo terceiro previa: “Fica pertencendo à União, no Planalto Central da República, uma zona de 14.400 quilômetros quadrados, que será oportunamente demarcada, para nela estabelecer-se a futura Capital Federal”. (Texto disponível no site www.planalto.gov.br).  Uma Comissão Exploradora do Planalto Central foi criada pelo presidente Floriano Peixoto, sob a chefia do astrônomo e geógrafo belga Luiz Cruls, com o objetivo de demarcar e estudar a área da nova capital. Mesmo com os muitos esforços e pesquisas da Missão Cruls, nada saiu do papel.
No início do século XX, a remodelação urbana efetuada no Rio de Janeiro sob o comando do prefeito Pereira Passos e do presidente Rodrigues Alves mostra que, ao invés de transferir a capital, a República preferiu reformá-la. O que não significou que a proposta anterior tivesse sido enterrada. Foi na Constituição de 1946 que o tema ganhou novo fôlego. O artigo quarto das Disposições Transitórias, assim previa: “A Capital da União será transferida para o Planalto Central do País.


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Juscelino Kubitschek – Por Que Construí Brasília

A mudança da capital do Brasil para o interior já estava prevista na primeira Constituição Republicana, datada de 1891. O seu artigo terceiro previa: “Fica pertencendo à União, no Planalto Central da República, uma zona de 14.400 quilômetros quadrados, que será oportunamente demarcada, para nela estabelecer-se a futura Capital Federal”. (Texto disponível no site www.planalto.gov.br).  Uma Comissão Exploradora do Planalto Central foi criada pelo presidente Floriano Peixoto, sob a chefia do astrônomo e geógrafo belga Luiz Cruls, com o objetivo de demarcar e estudar a área da nova capital. Mesmo com os muitos esforços e pesquisas da Missão Cruls, nada saiu do papel.
No início do século XX, a remodelação urbana efetuada no Rio de Janeiro sob o comando do prefeito Pereira Passos e do presidente Rodrigues Alves mostra que, ao invés de transferir a capital, a República preferiu reformá-la. O que não significou que a proposta anterior tivesse sido enterrada. Foi na Constituição de 1946 que o tema ganhou novo fôlego. O artigo quarto das Disposições Transitórias, assim previa: “A Capital da União será transferida para o Planalto Central do País.


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