José Ricardo Carvalheiro & Nuno Francisco – Gentes E Geografias

Gentes E Geografias: Olhares De Repórter Sobre A Beira Interior tem o objetivo de ser uma inspiração para um estudante de Jornalismo.

José Ricardo Carvalheiro & Nuno Francisco – Gentes E Geografias: Olhares De Repórter Sobre A Beira Interior

Embora uma coletânea de reportagens possa não ser mais do que uma vã tentativa de resgatá-las ao efémero do pequeno labor temporalmente marcado, reúnem-se aqui uma série de instantâneos que constituem um certo retrato da Beira Interior, para além da publicação dispersa e ocasional que é o dia-a-dia de um jornal.

As 25 reportagens aqui coletadas são datadas da última década do século XX e da primeira do século XXI e, na sua fragmentação, formam um mosaico desse tempo recente e de um lugar – do Tejo à Estrela, entre a raia e o Pinhal – de onde foram arrancadas ao terreno.

Vistas em conjunto, podem oferecer uma visão mais ampla do virar do milénio numa região que raramente nos é refletida pelos olhares (mediáticos) alheios e que a si própria deve o cuidado da atenção. Esse olhar de espelho é um dos papéis do jornalismo e da imprensa regional.

Gentes E Geografias: Olhares De repórter Sobre A Beira Interior não é um manual de como se fazer reportagem, uma espécie de compêndio ou um cânone para a prática deste género. Nenhum livro de reportagens o deve ser. Nenhum livro deste género deve ser impositivo.

A reportagem, como qualquer género jornalístico, tem regras fundamentais (senão não seria jornalismo) para a sua redação. Mas, particularmente neste género, a ação do jornalista é determinante na captura do contexto, no transporte do “real” em palavras e imagens, chamando, assim, o leitor para esse universo que está a viver.

Cada repórter é – cumprindo, naturalmente, as regras fundamentais da prática jornalística – ele e a história que está a acompanhar; ele e as suas circunstâncias e, porque não, ele e a sua sensibilidade. E será ele que, por fim, entregará, a um criterioso e cuidado uso das palavras a árdua tarefa de transpor, neste caso para o papel, o tanto que viu, viveu e sentiu.

O processo de reportagem, sabemos, abre ao repórter múltiplos caminhos pelos quais se pode emaranhar e aí a grande virtude é a de não se deixar perder neles, não perder o foco, nem deixar que a soma dos pormenores se sobreponha àquilo que é fundamental relatar.

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Gentes E Geografias: Olhares De Repórter Sobre A Beira Interior tem o objetivo de ser uma inspiração para um estudante de Jornalismo.

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Embora uma coletânea de reportagens possa não ser mais do que uma vã tentativa de resgatá-las ao efémero do pequeno labor temporalmente marcado, reúnem-se aqui uma série de instantâneos que constituem um certo retrato da Beira Interior, para além da publicação dispersa e ocasional que é o dia-a-dia de um jornal.

As 25 reportagens aqui coletadas são datadas da última década do século XX e da primeira do século XXI e, na sua fragmentação, formam um mosaico desse tempo recente e de um lugar – do Tejo à Estrela, entre a raia e o Pinhal – de onde foram arrancadas ao terreno.

Vistas em conjunto, podem oferecer uma visão mais ampla do virar do milénio numa região que raramente nos é refletida pelos olhares (mediáticos) alheios e que a si própria deve o cuidado da atenção. Esse olhar de espelho é um dos papéis do jornalismo e da imprensa regional.

Gentes E Geografias: Olhares De repórter Sobre A Beira Interior não é um manual de como se fazer reportagem, uma espécie de compêndio ou um cânone para a prática deste género. Nenhum livro de reportagens o deve ser. Nenhum livro deste género deve ser impositivo.

A reportagem, como qualquer género jornalístico, tem regras fundamentais (senão não seria jornalismo) para a sua redação. Mas, particularmente neste género, a ação do jornalista é determinante na captura do contexto, no transporte do “real” em palavras e imagens, chamando, assim, o leitor para esse universo que está a viver.

Cada repórter é - cumprindo, naturalmente, as regras fundamentais da prática jornalística - ele e a história que está a acompanhar; ele e as suas circunstâncias e, porque não, ele e a sua sensibilidade. E será ele que, por fim, entregará, a um criterioso e cuidado uso das palavras a árdua tarefa de transpor, neste caso para o papel, o tanto que viu, viveu e sentiu.

O processo de reportagem, sabemos, abre ao repórter múltiplos caminhos pelos quais se pode emaranhar e aí a grande virtude é a de não se deixar perder neles, não perder o foco, nem deixar que a soma dos pormenores se sobreponha àquilo que é fundamental relatar.

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