João Henrique Pickcius Celant – Mediação E Conciliação

Mediação E Conciliação oferece caminhos por quais o direito pode contribuir neste processo de estímulo ao desenvolvimento individual.

João Henrique Pickcius Celant – Mediação E Conciliação: Formas De Responsabilidade E Autonomia Dos Indivíduos Na Solução De Conflitos

A obra ultrapassa os limites convencionais dos textos jurídicos e pesquisa na psicologia, na pedagogia, na sociologia, na filosofia social, na antropologia, elementos que possam integrar uma análise mais ampla do fenômeno estudado. Com isto revela-se um pesquisador que buscar observar panoramicamente o fenômeno específico.

É um estudo de objeto individualizado, mas analisado a partir de tantas perspectivas. E é de todos estes diversos campos do conhecimento que Celant extrai a percepção de que existe um mal estar na cultura contemporânea, aquele de um frágil responsabilização do indivíduo como protagonista da própria existência.

Isto se observaria seja na sociedade do espetáculo, na qual as pessoas parecem muito mais consumidoras passivas do que atores da sociedade, e nos excessos assistencialistas, que embora funcionais e necessários na origem, quando movidos excessivamente dificultam o próprio processo de pedagogia social.

E se existe este aspecto na cultura contemporânea, como deve o direito se posicionar?

Por vezes o mundo jurídico apenas sofre passivamente o fenômeno, reelaborando a si próprio como mais um mecanismo que desestimula o protagonismo individual.

Mas o direito pode mais que isto, pode ser também o ponto de partida para transformações responsabilizadoras na sociedade, e aqui Celant vê as iniciativas de mediação e arbitragem como importantes movimentos, vez que inserem o indivíduo no centro da tomada de decisões acerca da própria existência.

O sujeito é chamado a se posicionar sobre como conduzir a sua situação. Como a obra demonstra em tantas passagens, o ser humano é social por natureza, e se realiza também no viver comunitário inteligente, mas isto é possível quando a pessoa antes consegue organizar a própria esfera individual também com funcionalidade e crescimento.

Assim, Mediação E Conciliação: Formas De Responsabilidade E Autonomia Dos Indivíduos Na Solução De Conflitos é crítica quanto a questões contemporâneas, mas também oferece caminhos, passagens por quais o direito pode contribuir neste processo de estímulo ao desenvolvimento individual e, por consequência, também social.

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João Henrique Pickcius Celant – Mediação E Conciliação

Mediação E Conciliação oferece caminhos por quais o direito pode contribuir neste processo de estímulo ao desenvolvimento individual.

João Henrique Pickcius Celant - Mediação E Conciliação: Formas De Responsabilidade E Autonomia Dos Indivíduos Na Solução De Conflitos

A obra ultrapassa os limites convencionais dos textos jurídicos e pesquisa na psicologia, na pedagogia, na sociologia, na filosofia social, na antropologia, elementos que possam integrar uma análise mais ampla do fenômeno estudado. Com isto revela-se um pesquisador que buscar observar panoramicamente o fenômeno específico.

É um estudo de objeto individualizado, mas analisado a partir de tantas perspectivas. E é de todos estes diversos campos do conhecimento que Celant extrai a percepção de que existe um mal estar na cultura contemporânea, aquele de um frágil responsabilização do indivíduo como protagonista da própria existência.

Isto se observaria seja na sociedade do espetáculo, na qual as pessoas parecem muito mais consumidoras passivas do que atores da sociedade, e nos excessos assistencialistas, que embora funcionais e necessários na origem, quando movidos excessivamente dificultam o próprio processo de pedagogia social.

E se existe este aspecto na cultura contemporânea, como deve o direito se posicionar?

Por vezes o mundo jurídico apenas sofre passivamente o fenômeno, reelaborando a si próprio como mais um mecanismo que desestimula o protagonismo individual.

Mas o direito pode mais que isto, pode ser também o ponto de partida para transformações responsabilizadoras na sociedade, e aqui Celant vê as iniciativas de mediação e arbitragem como importantes movimentos, vez que inserem o indivíduo no centro da tomada de decisões acerca da própria existência.

O sujeito é chamado a se posicionar sobre como conduzir a sua situação. Como a obra demonstra em tantas passagens, o ser humano é social por natureza, e se realiza também no viver comunitário inteligente, mas isto é possível quando a pessoa antes consegue organizar a própria esfera individual também com funcionalidade e crescimento.

Assim, Mediação E Conciliação: Formas De Responsabilidade E Autonomia Dos Indivíduos Na Solução De Conflitos é crítica quanto a questões contemporâneas, mas também oferece caminhos, passagens por quais o direito pode contribuir neste processo de estímulo ao desenvolvimento individual e, por consequência, também social.

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