Janice Gonçalves – Como Classificar E Ordenar Documentos De Arquivo

O presente manual aborda privilegiadamente dois procedimentos técnicos arquivísticos de fundamental importância: a classificação e a ordenação. As reflexões aqui contidas são, como de esperar, produto do contato com a bibliografia da área arquivística, do convívio com profissionais da área e da experiência com o processamento técnico de documentos de arquivo. Dai decorre que as posições assumidas no manual, em relação às diversas questões abordadas, sejam, em muitos aspectos, amplamente compartilhadas, enquanto que em outros, não.
As questões tratadas estão integradas ao tecido vivo do debate arquivístico e, portanto, sujeitas a questionamentos de maior ou menor profundidade. Entendo que as divergências mais significativas estão indicadas, mas, considerado o próprio perfil de um manual, não são objeto de longas explanações: apenas pontuam o texto, sugerindo ao leitor pausas de reflexão para que ele matize, repense e reelabore a argumentação apresentada. Assim, procurei fazer com que o manual, de forma breve e compacta, cumprisse sua vocação, reunindo informações e apresentando discussões técnicas essenciais sobre o tema – servindo, enfim, como ferramenta de trabalho dos profissionais da área arquivística -, sem ser confundido, porém, com o mero arrolamento de regras estáticas.


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Janice Gonçalves – Como Classificar E Ordenar Documentos De Arquivo

O presente manual aborda privilegiadamente dois procedimentos técnicos arquivísticos de fundamental importância: a classificação e a ordenação. As reflexões aqui contidas são, como de esperar, produto do contato com a bibliografia da área arquivística, do convívio com profissionais da área e da experiência com o processamento técnico de documentos de arquivo. Dai decorre que as posições assumidas no manual, em relação às diversas questões abordadas, sejam, em muitos aspectos, amplamente compartilhadas, enquanto que em outros, não.
As questões tratadas estão integradas ao tecido vivo do debate arquivístico e, portanto, sujeitas a questionamentos de maior ou menor profundidade. Entendo que as divergências mais significativas estão indicadas, mas, considerado o próprio perfil de um manual, não são objeto de longas explanações: apenas pontuam o texto, sugerindo ao leitor pausas de reflexão para que ele matize, repense e reelabore a argumentação apresentada. Assim, procurei fazer com que o manual, de forma breve e compacta, cumprisse sua vocação, reunindo informações e apresentando discussões técnicas essenciais sobre o tema - servindo, enfim, como ferramenta de trabalho dos profissionais da área arquivística -, sem ser confundido, porém, com o mero arrolamento de regras estáticas.


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