Irmãos Grimm – Contos Clássicos De Grimm: Seleção Da Edição Contos Maravilhosos Infantis E Domésticos

É com ar de novidade que o leitor vai redescobrir as mais famosas histórias coletadas pelos irmãos Grimm em Contos clássicos de Grimm. Composto por dezesseis textos retirados de Contos maravilhosos infantis e domésticos (Cosac Naify, 2009), as versões aqui apresentadas foram traduzidas da primeira edição alemã de 1812 e 1815, diferindo de suas posteriores adaptações e os famosos “viveram felizes para sempre”. Não à toa, apresentam desfechos inesperados e enredos surpreendentes, com em “O rei sapo ou o Henrique de ferro”, famoso conto sobre a princesa e o sapo encantado. Aqui, a princesa não transforma o sapo em príncipe com um beijo, mas, por asco ao bicho pegajoso, joga-o contra a parede em um momento de repulsa e fúria. “Branca de Neve” não é acordada pelo beijo de seu verdadeiro amor, mas sim por um criado do príncipe, que lhe dá uns bons tapinhas nas costas e acaba por desengasgá-la da maçã encantada que a mantinha adormecida. E em “A Gata Borralheira”, ao invés da fada madrinha, quem realiza os desejos da pobre Cinderela é uma árvore que cresceu regada a lágrimas sobre o túmulo da mãe dela. As ilustrações são de J. Borges, que conseguiu captar o maravilhoso dos textos e as metamorfoses da história por meio de uma técnica – assim como os textos – popular: a xilogravura.


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Irmãos Grimm – Contos Clássicos De Grimm: Seleção Da Edição Contos Maravilhosos Infantis E Domésticos

É com ar de novidade que o leitor vai redescobrir as mais famosas histórias coletadas pelos irmãos Grimm em Contos clássicos de Grimm. Composto por dezesseis textos retirados de Contos maravilhosos infantis e domésticos (Cosac Naify, 2009), as versões aqui apresentadas foram traduzidas da primeira edição alemã de 1812 e 1815, diferindo de suas posteriores adaptações e os famosos “viveram felizes para sempre”. Não à toa, apresentam desfechos inesperados e enredos surpreendentes, com em “O rei sapo ou o Henrique de ferro”, famoso conto sobre a princesa e o sapo encantado. Aqui, a princesa não transforma o sapo em príncipe com um beijo, mas, por asco ao bicho pegajoso, joga-o contra a parede em um momento de repulsa e fúria. “Branca de Neve” não é acordada pelo beijo de seu verdadeiro amor, mas sim por um criado do príncipe, que lhe dá uns bons tapinhas nas costas e acaba por desengasgá-la da maçã encantada que a mantinha adormecida. E em “A Gata Borralheira”, ao invés da fada madrinha, quem realiza os desejos da pobre Cinderela é uma árvore que cresceu regada a lágrimas sobre o túmulo da mãe dela. As ilustrações são de J. Borges, que conseguiu captar o maravilhoso dos textos e as metamorfoses da história por meio de uma técnica – assim como os textos – popular: a xilogravura.


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