Iagê Z. Miola & Outros (Orgs.) – Finanças Verdes No Brasil

Finanças Verdes No Brasil avalia de forma crítica os potenciais, assim como os limites de diversas iniciativas públicas e privadas.

Iagê Z. Miola, Gabriela De Oliveira Junqueira, Diogo R. Coutinho, Flávio M. Prol, Marcela Vecchione-Gonçalves, Tomaso Ferrando (Orgs.) – Finanças Verdes No Brasil: Perspectivas Multidisciplinares Sobre O Financiamento Da Transição Verde

Ao endossar uma noção ampla de “finanças verdes”, o livro elege como uma das suas preocupações centrais, precisamente, a análise dos possíveis sentidos atribuídos à conexão entre as finanças (públicas ou privadas) e a sua qualificação como ambientalmente sustentáveis.

O conjunto de pesquisas aqui reunidas avalia de forma crítica os potenciais, assim como os limites de diversas iniciativas públicas e privadas relacionadas a instrumentos financeiros que carregam a promessa de contribuição para uma economia sustentável e que vêm sendo implementados no país.

Como se verá, os capítulos que compõem este livro investigam uma variedade de manifestações empíricas das finanças verdes no Brasil – diferentes tipos de instrumentos e arranjos financeiros e institucionais – assim como, exploram distintos problemas a partir de marcos teóricos e metodológicos dos mais variados.

Além dessa diversidade convergir para o grande tema das finanças verdes, o principal fio condutor da coletânea é o seu caráter multidisciplinar vinculado às ciências sociais e sociais aplicadas. Estão reunidas aqui análises que articulam conhecimentos e metodologias de diferentes áreas, como o direito, a economia política, a geografia, as relações internacionais e a sociologia.

Essa característica comum a todas as contribuições se materializa na embocadura das perguntas enfrentadas pelo grupo de autores e autoras e das respostas formuladas.

Os textos suscitam questões críticas sobre os processos sociopolíticos por trás da expansão das finanças verdes e as complexas interações entre público e privado – dando atenção às disputas de interesse e de centros de poder – e entre forças e interesses globais e locais na criação, expansão e implementação dessas finanças, da mesma forma que aborda suas funcionalidades e fragilidades de arranjos regulatórios públicos e privados, criados para normatizá-las.

Além desses aspectos de economia política, também são discutidos os impactos das finanças verdes quando “tocam o chão”, isto é, os seus efeitos em moldarem o funcionamento de atividades econômicas reais, mas também, seus impactos – com frequência desiguais – em territórios, ecossistemas e populações e as contradições e conflitos a elas associados.

Clique para
Baixar o PDF

Deixe uma resposta

Iagê Z. Miola & Outros (Orgs.) – Finanças Verdes No Brasil

Finanças Verdes No Brasil avalia de forma crítica os potenciais, assim como os limites de diversas iniciativas públicas e privadas.

Iagê Z. Miola, Gabriela De Oliveira Junqueira, Diogo R. Coutinho, Flávio M. Prol, Marcela Vecchione-Gonçalves, Tomaso Ferrando (Orgs.) - Finanças Verdes No Brasil: Perspectivas Multidisciplinares Sobre O Financiamento Da Transição Verde

Ao endossar uma noção ampla de “finanças verdes”, o livro elege como uma das suas preocupações centrais, precisamente, a análise dos possíveis sentidos atribuídos à conexão entre as finanças (públicas ou privadas) e a sua qualificação como ambientalmente sustentáveis.

O conjunto de pesquisas aqui reunidas avalia de forma crítica os potenciais, assim como os limites de diversas iniciativas públicas e privadas relacionadas a instrumentos financeiros que carregam a promessa de contribuição para uma economia sustentável e que vêm sendo implementados no país.

Como se verá, os capítulos que compõem este livro investigam uma variedade de manifestações empíricas das finanças verdes no Brasil – diferentes tipos de instrumentos e arranjos financeiros e institucionais – assim como, exploram distintos problemas a partir de marcos teóricos e metodológicos dos mais variados.

Além dessa diversidade convergir para o grande tema das finanças verdes, o principal fio condutor da coletânea é o seu caráter multidisciplinar vinculado às ciências sociais e sociais aplicadas. Estão reunidas aqui análises que articulam conhecimentos e metodologias de diferentes áreas, como o direito, a economia política, a geografia, as relações internacionais e a sociologia.

Essa característica comum a todas as contribuições se materializa na embocadura das perguntas enfrentadas pelo grupo de autores e autoras e das respostas formuladas.

Os textos suscitam questões críticas sobre os processos sociopolíticos por trás da expansão das finanças verdes e as complexas interações entre público e privado – dando atenção às disputas de interesse e de centros de poder – e entre forças e interesses globais e locais na criação, expansão e implementação dessas finanças, da mesma forma que aborda suas funcionalidades e fragilidades de arranjos regulatórios públicos e privados, criados para normatizá-las.

Além desses aspectos de economia política, também são discutidos os impactos das finanças verdes quando “tocam o chão”, isto é, os seus efeitos em moldarem o funcionamento de atividades econômicas reais, mas também, seus impactos – com frequência desiguais – em territórios, ecossistemas e populações e as contradições e conflitos a elas associados.

Clique para
Baixar o PDF

Deixe uma resposta