Heloíse Almeida Luna & Outros (Orgs.) – Estações

Os poemas refletem claramente as Estações da vida vivenciadas pelo eu poético muitas vezes bastante semelhante ao autor que os criou.

Heloíse Almeida Luna, Samir Cauã Tabosa Do Nascimento & Vitor Bispo Braúna (Orgs.) – Estações

O livro que você tem em mãos foi elaborado pelo NUPE – Núcleo de Poesia e Escrita – que faz parte do NUARTE – Núcleo de Artes – do IFRN – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte/Mossoró. Os poemas que compõem esse livro são de autoria dos alunos de diversos níveis desse Instituto e foram escritos livremente sem nenhum tipo de coerção.

Estações. Esse é o título dessa coletânea de poemas. (Fale alto esse nome uma vez mais e perceba o seu significado). Estações. Sim. Um título plural, plurissignificativo, forte e profundo.

Estações nos remete, à primeira vista, às quatro fases climáticas do ano. Outono, inverno, primavera e verão. Cada fase dessa tem as suas peculiaridades e, se você pensar bem, elas representam de alguma forma momentos da vida humana, do nascimento, do crescimento, da vida e da morte. Mas não foi só por isso que os autores escolheram essa denominação para sua arte poética.

Aqui você vai “ouvir” muitas vozes; diferentes vozes; vozes de jovens que gritam os seus sentimentos, as suas dúvidas, as suas vivências, as suas angústias, os seus sonhos, as suas descobertas, as suas dores, as suas conquistas, as suas esperanças…

Através dos poemas, você será levado a olhar o mundo e os sentimentos sob diferentes perspectivas e a sentir por eles e com eles cada estação de suas vidas. Os poemas foram escritos com lágrimas e sangue algumas vezes; com êxtase; com total intensidade; sem qualquer tipo de censura ou diretriz; são textos livres; textos autorais; reais.

Por isso refletem claramente as Estações da vida vivenciadas pelo eu poético muitas vezes bastante semelhante ao autor que os criou. Isso não vem ao caso. O que importa é o valor das temáticas aqui contidas e dos gritos que ecoam de cada poema; preste atenção e perceba o que os poemas nos dizem…

Quando você entra nas diversas Estações, que também podem significar paradas, pontos de reflexão, você pode exercitar a empatia e se colocar no lugar do eu poético e sentir com ele e por ele. Esse é um profundo exercício de humanidade: sentir o que outro sente; ver com ele através de sua lente. Só em aprender a fazer isso e exercitar essa postura, já vale a leitura do livro.


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Heloíse Almeida Luna & Outros (Orgs.) – Estações

Os poemas refletem claramente as Estações da vida vivenciadas pelo eu poético muitas vezes bastante semelhante ao autor que os criou.

Heloíse Almeida Luna, Samir Cauã Tabosa Do Nascimento & Vitor Bispo Braúna (Orgs.) - Estações

O livro que você tem em mãos foi elaborado pelo NUPE – Núcleo de Poesia e Escrita – que faz parte do NUARTE – Núcleo de Artes - do IFRN - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte/Mossoró. Os poemas que compõem esse livro são de autoria dos alunos de diversos níveis desse Instituto e foram escritos livremente sem nenhum tipo de coerção.

Estações. Esse é o título dessa coletânea de poemas. (Fale alto esse nome uma vez mais e perceba o seu significado). Estações. Sim. Um título plural, plurissignificativo, forte e profundo.

Estações nos remete, à primeira vista, às quatro fases climáticas do ano. Outono, inverno, primavera e verão. Cada fase dessa tem as suas peculiaridades e, se você pensar bem, elas representam de alguma forma momentos da vida humana, do nascimento, do crescimento, da vida e da morte. Mas não foi só por isso que os autores escolheram essa denominação para sua arte poética.

Aqui você vai “ouvir” muitas vozes; diferentes vozes; vozes de jovens que gritam os seus sentimentos, as suas dúvidas, as suas vivências, as suas angústias, os seus sonhos, as suas descobertas, as suas dores, as suas conquistas, as suas esperanças…

Através dos poemas, você será levado a olhar o mundo e os sentimentos sob diferentes perspectivas e a sentir por eles e com eles cada estação de suas vidas. Os poemas foram escritos com lágrimas e sangue algumas vezes; com êxtase; com total intensidade; sem qualquer tipo de censura ou diretriz; são textos livres; textos autorais; reais.

Por isso refletem claramente as Estações da vida vivenciadas pelo eu poético muitas vezes bastante semelhante ao autor que os criou. Isso não vem ao caso. O que importa é o valor das temáticas aqui contidas e dos gritos que ecoam de cada poema; preste atenção e perceba o que os poemas nos dizem…

Quando você entra nas diversas Estações, que também podem significar paradas, pontos de reflexão, você pode exercitar a empatia e se colocar no lugar do eu poético e sentir com ele e por ele. Esse é um profundo exercício de humanidade: sentir o que outro sente; ver com ele através de sua lente. Só em aprender a fazer isso e exercitar essa postura, já vale a leitura do livro.


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