Guillermo Alfredo Johnson & Marcos Antonio Da Silva (Orgs.) – A América Latina Contemporânea

A América Latina Contemporânea contribui para o conhecimento e aprofundamento de questões que são brasileiras e latino-americanas.

Guillermo Alfredo Johnson & Marcos Antonio Da Silva (Orgs.) – A América Latina Contemporânea: Espectros, Diversidades E Seletividades

Aventurar-se em conhecer América Latina não é tarefa fácil, quiçá pensar a unidade na diversidade seja um caminho viável. A América Latina Contemporânea: Espectros, Diversidades E Seletividades pretende, sucinta e modestamente, explorar aspectos históricos e políticos que urdem a trama inextricável do devir ao sul do Rio Bravo.

A partir da inclusão nada amigável pelo Ocidente, a construção da unidade geopolítica da América Latina experimenta aquelas vicissitudes da sua inserção mundial, que redundam em luxos e persistências de doses maiores de coerção que de consenso. A subordinação que marca a sua origem sulca os traços da sua terra e de seu povo, diverso pelas incursões europeias e pela resistência autóctone.

A heterogeneidade que, não raro, força-se em sobressair, em detrimento das regularidades possíveis de identificar, quando se amplia o espectro da leitura das nações, ainda que signada pela latinidade, não pode meramente ser explicada pela heteronomia.

A riqueza com que a natureza imbrica-se com as culturas nos países latinos da América descortina uma colorida variedade de realidades. Precisamente, elementos dessa vastidão buscam ser abordados em A América Latina Contemporânea.

Assim, a partir das ciências sociais, em particular a política, passando pela educação e as questões camponesas, de gênero e indígenas, e auscultando os luxos populacionais embebidos da geopolítica, imbuídos das razões econômicas e de controle social estatal, tenciona-se buscar uma lógica que permita desenhar as formas de dominação no caleidoscópio latino-americano.

Ao mesmo tempo, os escopos de abordagem vão da busca por uma convergência de padrões no exercício da dominação para as variedades de capilarização que o poder pode apresentar, num movimento que não permite seguir uma sincronia na ordem de apresentação dos textos, mas em si próprios.

Se uma coluna vertebral permite erguer a sintonia dos textos a seguir, esta deve ser procurada na tentativa de interligar as dinâmicas analisadas para além das fronteiras de um único país da região. Assim, ainda que se focalize um país sul-americano ou centro-americano, é possível vislumbrar que países geopoliticamente circundantes apresentam situações frequentemente semelhantes.

Desta forma, esta obra procura contribuir para o conhecimento e aprofundamento de questões que são, ao mesmo tempo, brasileiras e latino-americanas, diversificando os estudos sobre o Brasil e sua inelutável relação com a América Latina, sob diferentes enfoques e perspectivas.

Com o objetivo compreender a heterogeneidade e as semelhanças do que conhecemos como América Latina, várias temáticas são abordadas por profissionais oriundos de diversas áreas que trabalham ou possuem interlocução com pesquisadores do Estado na contemporaneidade e em sua construção histórica.

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Guillermo Alfredo Johnson & Marcos Antonio Da Silva (Orgs.) – A América Latina Contemporânea

A América Latina Contemporânea contribui para o conhecimento e aprofundamento de questões que são brasileiras e latino-americanas.

Guillermo Alfredo Johnson & Marcos Antonio Da Silva (Orgs.) - A América Latina Contemporânea: Espectros, Diversidades E Seletividades

Aventurar-se em conhecer América Latina não é tarefa fácil, quiçá pensar a unidade na diversidade seja um caminho viável. A América Latina Contemporânea: Espectros, Diversidades E Seletividades pretende, sucinta e modestamente, explorar aspectos históricos e políticos que urdem a trama inextricável do devir ao sul do Rio Bravo.

A partir da inclusão nada amigável pelo Ocidente, a construção da unidade geopolítica da América Latina experimenta aquelas vicissitudes da sua inserção mundial, que redundam em luxos e persistências de doses maiores de coerção que de consenso. A subordinação que marca a sua origem sulca os traços da sua terra e de seu povo, diverso pelas incursões europeias e pela resistência autóctone.

A heterogeneidade que, não raro, força-se em sobressair, em detrimento das regularidades possíveis de identificar, quando se amplia o espectro da leitura das nações, ainda que signada pela latinidade, não pode meramente ser explicada pela heteronomia.

A riqueza com que a natureza imbrica-se com as culturas nos países latinos da América descortina uma colorida variedade de realidades. Precisamente, elementos dessa vastidão buscam ser abordados em A América Latina Contemporânea.

Assim, a partir das ciências sociais, em particular a política, passando pela educação e as questões camponesas, de gênero e indígenas, e auscultando os luxos populacionais embebidos da geopolítica, imbuídos das razões econômicas e de controle social estatal, tenciona-se buscar uma lógica que permita desenhar as formas de dominação no caleidoscópio latino-americano.

Ao mesmo tempo, os escopos de abordagem vão da busca por uma convergência de padrões no exercício da dominação para as variedades de capilarização que o poder pode apresentar, num movimento que não permite seguir uma sincronia na ordem de apresentação dos textos, mas em si próprios.

Se uma coluna vertebral permite erguer a sintonia dos textos a seguir, esta deve ser procurada na tentativa de interligar as dinâmicas analisadas para além das fronteiras de um único país da região. Assim, ainda que se focalize um país sul-americano ou centro-americano, é possível vislumbrar que países geopoliticamente circundantes apresentam situações frequentemente semelhantes.

Desta forma, esta obra procura contribuir para o conhecimento e aprofundamento de questões que são, ao mesmo tempo, brasileiras e latino-americanas, diversificando os estudos sobre o Brasil e sua inelutável relação com a América Latina, sob diferentes enfoques e perspectivas.

Com o objetivo compreender a heterogeneidade e as semelhanças do que conhecemos como América Latina, várias temáticas são abordadas por profissionais oriundos de diversas áreas que trabalham ou possuem interlocução com pesquisadores do Estado na contemporaneidade e em sua construção histórica.

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