George Amaral – Educação Profissional, Ensino Médio E Crise Do Capitalismo Contemporâneo No Brasil

Educação Profissional, Ensino Médio E Crise Do Capitalismo Contemporâneo No Brasil desenvolve uma análise sobre a relação Trabalho e Educação

George Amaral – Educação Profissional, Ensino Médio E Crise Do Capitalismo Contemporâneo No Brasil

Educação Profissional, Ensino Médio E Crise Do Capitalismo Contemporâneo No Brasil procura desenvolver uma análise sobre a relação Trabalho e Educação, preenchendo uma lacuna que circunscreve a Educação Profissional e sua relação com o Ensino Médio.

Na virada do milênio, a reforma do ensino profissionalizante ocorre em meio às lutas sociais entre as classes com projetos societais diferenciados, buscando regulamentar o projeto de Ensino Médio Integrado. E uma das questões controversas que abordamos foi opção governamental de realizar as reformas via decretos.

Um outro aspecto, diz respeito ao complexo de mudanças que as reformas implicaram, tocando no problema da configuração da educação, qual seja o caráter dual e a dicotomia que se efetiva no quadro da reprodução social no capitalismo, sendo a educação brasileira marcada pela dualidade estrutural desde o processo colonizador.

Nesse contexto, a escola pública pode abrigar um ensino propedêutico ou profissional a depender a qual classe se destina aquele saber tanto de entes das esferas pública e privada. Para tratar desse complexo debate recorremos aos clássicos do marxismo, tendo em vista desnudar a aparência do fenômeno, considerando o contexto de crise estrutural do capital e as determinações que exigem novas funcionalidades da educação, mediadas pelas políticas públicas.

Educação Profissional, Ensino Médio E Crise Do Capitalismo Contemporâneo No Brasil nos mostra – em alguns momentos nas entrelinhas e outros de forma mais explícita, que na ausência de alterações radicais e concomitantes no mundo da escola e no mundo do trabalho, tendo em vista a construção da sociedade para além do capital, reformas positivas no Estado se tornam pífias e podem ser rapidamente revertidas.

A mercantilização da educação continuou a pleno vapor, não foram criadas políticas de integração que de fato integrassem a educação profissional com a educação geral. Nos Institutos Federais não foram selecionados e formados professores dentro da perspectiva da educação omnilateral, politécnica ou integral.


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Educação Profissional, Ensino Médio E Crise Do Capitalismo Contemporâneo No Brasil desenvolve uma análise sobre a relação Trabalho e Educação

George Amaral - Educação Profissional, Ensino Médio E Crise Do Capitalismo Contemporâneo No Brasil

Educação Profissional, Ensino Médio E Crise Do Capitalismo Contemporâneo No Brasil procura desenvolver uma análise sobre a relação Trabalho e Educação, preenchendo uma lacuna que circunscreve a Educação Profissional e sua relação com o Ensino Médio.

Na virada do milênio, a reforma do ensino profissionalizante ocorre em meio às lutas sociais entre as classes com projetos societais diferenciados, buscando regulamentar o projeto de Ensino Médio Integrado. E uma das questões controversas que abordamos foi opção governamental de realizar as reformas via decretos.

Um outro aspecto, diz respeito ao complexo de mudanças que as reformas implicaram, tocando no problema da configuração da educação, qual seja o caráter dual e a dicotomia que se efetiva no quadro da reprodução social no capitalismo, sendo a educação brasileira marcada pela dualidade estrutural desde o processo colonizador.

Nesse contexto, a escola pública pode abrigar um ensino propedêutico ou profissional a depender a qual classe se destina aquele saber tanto de entes das esferas pública e privada. Para tratar desse complexo debate recorremos aos clássicos do marxismo, tendo em vista desnudar a aparência do fenômeno, considerando o contexto de crise estrutural do capital e as determinações que exigem novas funcionalidades da educação, mediadas pelas políticas públicas.

Educação Profissional, Ensino Médio E Crise Do Capitalismo Contemporâneo No Brasil nos mostra – em alguns momentos nas entrelinhas e outros de forma mais explícita, que na ausência de alterações radicais e concomitantes no mundo da escola e no mundo do trabalho, tendo em vista a construção da sociedade para além do capital, reformas positivas no Estado se tornam pífias e podem ser rapidamente revertidas.

A mercantilização da educação continuou a pleno vapor, não foram criadas políticas de integração que de fato integrassem a educação profissional com a educação geral. Nos Institutos Federais não foram selecionados e formados professores dentro da perspectiva da educação omnilateral, politécnica ou integral.


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