Francisco Paiva & Outras (Edits.) – iArtes 2021: Investigação Em Artes

Os textos do presente livro resultam da terceira edição das Jornadas de Investigação em Artes, que teve lugar dia 11 de junho de 2021.

Francisco Paiva, Manuela Penafria & Rita Sixto (Edits.) – iArtes 2021: Investigação Em Artes

Os textos do presente livro resultam da terceira edição das Jornadas de Investigação em Artes, que teve lugar dia 11 de junho de 2021, em regime híbrido, presencial e online, na Universidade da Beira Interior (UBI).

Este evento, organizado pelo doutoramento em Media Artes da UBI e pelas Unidades de Investigação Lab-Com – Comunicação e Artes, da UBI e LaSia, da Universidad del Pais Vasco, assume como seu propósito fundamental a promoção de uma discussão ampla e participada na área da investigação em artes enquanto paradigma de investigação cuja produção de conhecimento advém tanto dos processos quanto dos resultados da prática artística e um paradigma que afeta a prática já que abre caminho a novas possibilidades artísticas.

O programa da jornada de 2021 contou com o contributo de académicos e artistas com percursos já consolidados e, também, com a apresentação de investigações em curso proveniente de doutorandos/as de áreas tão diversas como as Belas Artes, o Cinema, o Design, a Arquitetura, a Música ou as Artes Performativas, uma diversidade que vem beneficiar um campo epistemológico que se pretende em permanente efervescência.

O conjunto de textos que compõem o presente livro inicia-se com “Investigação artística e investigação científica – Como a sua interinfluência potencia um conhecimento mais holístico”, assinado por Luís Filipe Salgado Pereira Rodrigues que a partir da área do Desenho perscruta as aproximações e distâncias entre a investigação científica que reflete sobre o objeto de arte e a investigação artística que cria o objeto de arte.

Em “Posibilidades del dibujo en espacios de realidad virtual”, Tania de León Yong, a partir da sua própria obra, explora as posibilidades do desenho em ambientes de realidade virtual e sua relação com o “desenho expandido” e “desenho performativo”.

Rui Algarvio em “Anotações sobre um percurso artístico” oferece-nos, em retrospetiva, as mutações e desdobramento do seu processo criativo num percurso, enquanto artista plástico, com obra nos campos da pintura e do desenho.

Em “O processo criativo com anthotype e chlorophyll print: métodos e práticas artísticas”, Daniela Corrêa da Silva Pinheiro, doutoranda em Media Artes da UBI, discorre sobre o processo e primeiros resultados da sua investigação a respeito dos processos fotográficos históricos do século XIX conhecidos por anthotype e chlorophyll print.

Segue-se a também doutoranda em Media Artes da UBI, Fabiana de Oliveira Assis, que em “Resistir, apesar de tudo” apresenta-nos o processo criativo que antecedeu o seu filme Parque Oeste, recorrendo a Jean Louis-Comolli e Georges Didi-Huberman nas expressões “sob o risco do real” e “levante”, respetivamente.

Paulo Dias em “Intersecções 20 – Ferramenta de experimentação háptica-áudio-visual”, revela-nos a implementação de Intersecções 20, uma performance da sua autoria, e que combina música, imagem fixa e em movimento.

Finalmente, Fabiola Bastos Notari em “Festival Experimental Livro de Artista em Vídeo (2020): diálogos e desdobramentos” coloca a ênfase num artefato milenar, o livro, a respeito do qual lembra a sua resistência e apresenta o seu desdobramento no formato “livro de artista”, com exemplos inspiradores de experiências táteis e corpóreas.

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Francisco Paiva & Outras (Edits.) – iArtes 2021: Investigação Em Artes

Os textos do presente livro resultam da terceira edição das Jornadas de Investigação em Artes, que teve lugar dia 11 de junho de 2021.

Francisco Paiva, Manuela Penafria & Rita Sixto (Edits.) - iArtes 2021: Investigação Em Artes

Os textos do presente livro resultam da terceira edição das Jornadas de Investigação em Artes, que teve lugar dia 11 de junho de 2021, em regime híbrido, presencial e online, na Universidade da Beira Interior (UBI).

Este evento, organizado pelo doutoramento em Media Artes da UBI e pelas Unidades de Investigação Lab-Com – Comunicação e Artes, da UBI e LaSia, da Universidad del Pais Vasco, assume como seu propósito fundamental a promoção de uma discussão ampla e participada na área da investigação em artes enquanto paradigma de investigação cuja produção de conhecimento advém tanto dos processos quanto dos resultados da prática artística e um paradigma que afeta a prática já que abre caminho a novas possibilidades artísticas.

O programa da jornada de 2021 contou com o contributo de académicos e artistas com percursos já consolidados e, também, com a apresentação de investigações em curso proveniente de doutorandos/as de áreas tão diversas como as Belas Artes, o Cinema, o Design, a Arquitetura, a Música ou as Artes Performativas, uma diversidade que vem beneficiar um campo epistemológico que se pretende em permanente efervescência.

O conjunto de textos que compõem o presente livro inicia-se com “Investigação artística e investigação científica – Como a sua interinfluência potencia um conhecimento mais holístico”, assinado por Luís Filipe Salgado Pereira Rodrigues que a partir da área do Desenho perscruta as aproximações e distâncias entre a investigação científica que reflete sobre o objeto de arte e a investigação artística que cria o objeto de arte.

Em “Posibilidades del dibujo en espacios de realidad virtual”, Tania de León Yong, a partir da sua própria obra, explora as posibilidades do desenho em ambientes de realidade virtual e sua relação com o “desenho expandido” e “desenho performativo”.

Rui Algarvio em “Anotações sobre um percurso artístico” oferece-nos, em retrospetiva, as mutações e desdobramento do seu processo criativo num percurso, enquanto artista plástico, com obra nos campos da pintura e do desenho.

Em “O processo criativo com anthotype e chlorophyll print: métodos e práticas artísticas”, Daniela Corrêa da Silva Pinheiro, doutoranda em Media Artes da UBI, discorre sobre o processo e primeiros resultados da sua investigação a respeito dos processos fotográficos históricos do século XIX conhecidos por anthotype e chlorophyll print.

Segue-se a também doutoranda em Media Artes da UBI, Fabiana de Oliveira Assis, que em “Resistir, apesar de tudo” apresenta-nos o processo criativo que antecedeu o seu filme Parque Oeste, recorrendo a Jean Louis-Comolli e Georges Didi-Huberman nas expressões “sob o risco do real” e “levante”, respetivamente.

Paulo Dias em “Intersecções 20 – Ferramenta de experimentação háptica-áudio-visual”, revela-nos a implementação de Intersecções 20, uma performance da sua autoria, e que combina música, imagem fixa e em movimento.

Finalmente, Fabiola Bastos Notari em “Festival Experimental Livro de Artista em Vídeo (2020): diálogos e desdobramentos” coloca a ênfase num artefato milenar, o livro, a respeito do qual lembra a sua resistência e apresenta o seu desdobramento no formato “livro de artista”, com exemplos inspiradores de experiências táteis e corpóreas.

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