Fernando José Spanhol, Giovani Mendonça Lunardi & Márcio Vieira De Souza (Orgs.) – Tecnologias Da Informação E Comunicação Na Segurança Pública E Direitos Humanos

Os autores inovam em seus escritos, abrangendo o uso da tecnologia dentro de um contexto – de Segurança Pública – em que o seu desuso já não pode ser vislumbrado, mas, por outro lado, não é privilegiado, incentivado ou, em outros termos, não tem a atenção que merece, seja pelos atores da segurança pública, seja pelos políticos que a usam como meio de promessa, principalmente se aliada ao contexto da atividade de inteligência. Aliás, os investimentos em tecnologias novas geralmente são colocados em segundo plano e as verdadeiras inovações e utilizações saem de aplicações parciais ou de iniciativas pessoais.
As políticas de segurança, embora tenham uma contemplação e diretriz nacional, nem sempre atendem às demandas regionais ou locais de cada Estado, principalmente quando estipulam apenas orientações teóricas e não vêm acompanhadas de incentivos financeiros, ou relativos a recursos materiais, ou em relação à formação dos profissionais de segurança pública. Os gestores contemporâneos têm, por isso, que se adequar às condições locais de produção de conhecimentos e, com base nas necessidades e demandas existentes, procurar atuar frente a uma conjuntura nacional e buscando, aliado às bases tecnológicas, a padronização de conceitos, estruturas e procedimentos relativos ao seu nicho de atuação, seja de polícia ostensiva, seja de polícia investigativa, seja de perícia, seja de atuação de defesa civil ou atuação em catástrofes naturais ou situações humanas provocadas.


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Fernando José Spanhol, Giovani Mendonça Lunardi & Márcio Vieira De Souza (Orgs.) – Tecnologias Da Informação E Comunicação Na Segurança Pública E Direitos Humanos

Os autores inovam em seus escritos, abrangendo o uso da tecnologia dentro de um contexto – de Segurança Pública – em que o seu desuso já não pode ser vislumbrado, mas, por outro lado, não é privilegiado, incentivado ou, em outros termos, não tem a atenção que merece, seja pelos atores da segurança pública, seja pelos políticos que a usam como meio de promessa, principalmente se aliada ao contexto da atividade de inteligência. Aliás, os investimentos em tecnologias novas geralmente são colocados em segundo plano e as verdadeiras inovações e utilizações saem de aplicações parciais ou de iniciativas pessoais.
As políticas de segurança, embora tenham uma contemplação e diretriz nacional, nem sempre atendem às demandas regionais ou locais de cada Estado, principalmente quando estipulam apenas orientações teóricas e não vêm acompanhadas de incentivos financeiros, ou relativos a recursos materiais, ou em relação à formação dos profissionais de segurança pública. Os gestores contemporâneos têm, por isso, que se adequar às condições locais de produção de conhecimentos e, com base nas necessidades e demandas existentes, procurar atuar frente a uma conjuntura nacional e buscando, aliado às bases tecnológicas, a padronização de conceitos, estruturas e procedimentos relativos ao seu nicho de atuação, seja de polícia ostensiva, seja de polícia investigativa, seja de perícia, seja de atuação de defesa civil ou atuação em catástrofes naturais ou situações humanas provocadas.


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