Interdisciplinaridade E Direito Vol. II

Interdisciplinaridade E Direito: Investigações que valorizam e ressaltam olhares externos ao próprio direito como forma de qualificar as reflexões e achados

A interdisciplinaridade materializa movimentos de caráter epistêmico e político que resistem a visões míopes do saber. É a partir da aproximação, tensionamento e confluência entre diferentes áreas e perspectivas teórico-metodológicas que a produção interdisciplinar do conhecimento é afirmada.

Assim, o confluir de abordagens presentes nos capítulos que compõem esta obra reafirmam e impulsionam a presença (e a necessidade) de leituras interdisciplinares no campo do direito.

Interdisciplinaridade E Direito Vol. II traz investigações que valorizam e ressaltam olhares externos ao próprio direito como forma de qualificar as reflexões e achados.

O capítulo intitulado “Ocupação Marielle Franco: feminização da pobreza e protagonismo de mulheres na luta pela moradia”, escrito por Maria Luiza P. Gonçalves, Luiza M. Barros Alves e Clarissa Marques, abre a primeira parte da obra. As autoras, a partir de um olhar crítico, investigam as relações entre gênero, pobreza, déficit habitacional e protagonismo feminino na militância por moradia digna na cidade do Recife.

Maria Beatriz Dias de Medeiros e Maria Rita Barbosa Piancó Pavão em “‘A minha alucinação é suportar o dia a dia e meu delírio é a experiência com coisas reais’: experiência e vivência femininas como paradigmas metodológicos possíveis na construção de uma episteme feminista” lançam mão da metodologia do sensível, proposta por Maffesoli, para compreender
a experiência feminina enquanto um paradigma científico revolucionário.

“A defesa de direitos e as ações governamentais para a população LGBT no Brasil” é um estudo questionador. Lucivânio Cesário da Silva e Ricardo Severino de Oliveira interrogam sobre quais as dificuldades para a implantação de leis e ações governamentais de promoção e proteção social para a população LGBT no Brasil.

O texto intitulado “Um lamento ao redor do Velho Chico: por onde anda o direito à saúde?”, de Gabriel da Silva, Giselle Oliveira Santos e Suely Emília de Barros Santos, perfaz um importante panorama sobre a saúde da população deste município, expresso no sofrimento trazido pela violação de direitos, no adoecimento e na escassez de serviços de saúde.

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Interdisciplinaridade E Direito Vol. II traz investigações que valorizam e ressaltam olhares externos ao próprio direito como forma de qualificar as reflexões e achados.

O capítulo intitulado “Ocupação Marielle Franco: feminização da pobreza e protagonismo de mulheres na luta pela moradia”, escrito por Maria Luiza P. Gonçalves, Luiza M. Barros Alves e Clarissa Marques, abre a primeira parte da obra. As autoras, a partir de um olhar crítico, investigam as relações entre gênero, pobreza, déficit habitacional e protagonismo feminino na militância por moradia digna na cidade do Recife.

Maria Beatriz Dias de Medeiros e Maria Rita Barbosa Piancó Pavão em “‘A minha alucinação é suportar o dia a dia e meu delírio é a experiência com coisas reais’: experiência e vivência femininas como paradigmas metodológicos possíveis na construção de uma episteme feminista” lançam mão da metodologia do sensível, proposta por Maffesoli, para compreender
a experiência feminina enquanto um paradigma científico revolucionário.

“A defesa de direitos e as ações governamentais para a população LGBT no Brasil” é um estudo questionador. Lucivânio Cesário da Silva e Ricardo Severino de Oliveira interrogam sobre quais as dificuldades para a implantação de leis e ações governamentais de promoção e proteção social para a população LGBT no Brasil.

O texto intitulado “Um lamento ao redor do Velho Chico: por onde anda o direito à saúde?”, de Gabriel da Silva, Giselle Oliveira Santos e Suely Emília de Barros Santos, perfaz um importante panorama sobre a saúde da população deste município, expresso no sofrimento trazido pela violação de direitos, no adoecimento e na escassez de serviços de saúde.

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