Érico Verissimo – Clarissa

Érico Verissimo – Clarissa

Érico Veríssimo, foi um dos escritores mais conhecidos e reconhecidos de sua época. Sua segunda obra e primeiro romance de nome Clarissa, 1933, pertence a segunda fase modernista literária do Brasil. Ele faz um retrato real e sem muito drama da passagem da adolescente Clarissa para a vida adulta.

Uma casa de pensão em Porto Alegre é o microcosmo do Brasil e do mundo, na década de 1930.

Primeiro romance de Erico Verissimo, Clarissa narra a autodescoberta de uma adolescente de 13 anos cujo olhar é uma das principais vias de acesso a uma realidade fascinante, mas também por vezes estranha e cruel.

Clarissa vem de uma cidadezinha do interior para estudar na capital, Porto Alegre, onde mora na pensão de tia Eufrasina. Com os olhos voltados para o futuro, Clarissa é o contraponto de Amaro, outro morador da pensão, músico malsucedido preso a sonhos passados que o presente recusa-se a concretizar.

Através do olhar de uma adolescente alegre e otimista, Erico Verissimo revela não só a realidade de uma pensão pequeno-burguesa, mas também a situação do Brasil e do mundo na década de 30, com todo seu deslumbramento e iniquidade.

Érico Verissimo nasceu em 17 de dezembro de 1905 em Cruz Alta, no interior do Rio Grande do Sul. Trabalhou como bancário, balconista de armazém e farmacêutico até se mudar, aos 25 anos, para Porto Alegre.

Na capital gaúcha, foi redator, diagramador e ilustrador da Revista do Globo, onde estreou como escritor com o conto “Ladrões de gado”. Ganhou diversos prêmios por sua obra literária, como o Jabuti (1966), o Juca Pato (1967), o do PEN Clube (1972) e o da Fundação Moinho Santista (1973).

Tornou-se também um bem-sucedido autor de livros infantis e tradutor de obras importantes, como Contraponto, de Aldous Huxley. Erico Verissimo morreu em 1975, antes de concluir o segundo volume de suas memórias, Solo de clarineta, publicado postumamente.


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Érico Verissimo – Clarissa

Érico Verissimo - Clarissa

Érico Veríssimo, foi um dos escritores mais conhecidos e reconhecidos de sua época. Sua segunda obra e primeiro romance de nome Clarissa, 1933, pertence a segunda fase modernista literária do Brasil.

Ele faz um retrato real e sem muito drama da passagem da adolescente Clarissa para a vida adulta.

Uma casa de pensão em Porto Alegre é o microcosmo do Brasil e do mundo, na década de 1930.

Primeiro romance de Erico Verissimo, Clarissa narra a autodescoberta de uma adolescente de 13 anos cujo olhar é uma das principais vias de acesso a uma realidade fascinante, mas também por vezes estranha e cruel.

Clarissa vem de uma cidadezinha do interior para estudar na capital, Porto Alegre, onde mora na pensão de tia Eufrasina. Com os olhos voltados para o futuro, Clarissa é o contraponto de Amaro, outro morador da pensão, músico malsucedido preso a sonhos passados que o presente recusa-se a concretizar.

Através do olhar de uma adolescente alegre e otimista, Erico Verissimo revela não só a realidade de uma pensão pequeno-burguesa, mas também a situação do Brasil e do mundo na década de 30, com todo seu deslumbramento e iniquidade.

Érico Verissimo nasceu em 17 de dezembro de 1905 em Cruz Alta, no interior do Rio Grande do Sul. Trabalhou como bancário, balconista de armazém e farmacêutico até se mudar, aos 25 anos, para Porto Alegre.

Na capital gaúcha, foi redator, diagramador e ilustrador da Revista do Globo, onde estreou como escritor com o conto "Ladrões de gado". Ganhou diversos prêmios por sua obra literária, como o Jabuti (1966), o Juca Pato (1967), o do PEN Clube (1972) e o da Fundação Moinho Santista (1973).

Tornou-se também um bem-sucedido autor de livros infantis e tradutor de obras importantes, como Contraponto, de Aldous Huxley. Erico Verissimo morreu em 1975, antes de concluir o segundo volume de suas memórias, Solo de clarineta, publicado postumamente.


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