Eric R. Kandel – Em Busca Da Memória

Em busca da memória é, na verdade, várias buscas pela memória. Eric Kandel dedicou sua carreira a entender as bases biológicas de como a mente armazena experiências e reage a elas – trabalho que, além de solucionar um mistério científico, pode ser o ponto de partida para novos tratamentos psiquiátricos. Mas o livro também reúne as memórias do menino que mal teve tempo de brincar porque a família precisou fugir do Holocausto. Apesar de doloroso, o caminho traçado por Kandel ajudou a fundar a nova ciência da mente. “Há agora um consenso na comunidade científica de que a biologia da mente será para o século XXI o que a biologia do gene foi para o século XX”, diz o autor.
Nos anos 1950, Kandel era um jovem fascinado por psicanálise. Mas em vez de clinicar, descobriu a paixão pela pesquisa científica. Uma paixão que não o afastou do interesse pelos meandros da mente. Na aplísia, um caramujo marinho, ele descobriu que as experiências vividas fisicamente mudam o cérebro. E também desvendou como o ambiente interage com os genes e os neurônios para provocar aprendizados e comportamentos. Com isso, ele ajudou a mapear a biologia molecular dos processos mentais mais simples. “Se você lembrar alguma coisa deste livro, será porque seu cérebro terá mudado um pouco quando você terminar de lê-lo”.

   


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Eric R. Kandel – Em Busca Da Memória

Em busca da memória é, na verdade, várias buscas pela memória. Eric Kandel dedicou sua carreira a entender as bases biológicas de como a mente armazena experiências e reage a elas - trabalho que, além de solucionar um mistério científico, pode ser o ponto de partida para novos tratamentos psiquiátricos. Mas o livro também reúne as memórias do menino que mal teve tempo de brincar porque a família precisou fugir do Holocausto. Apesar de doloroso, o caminho traçado por Kandel ajudou a fundar a nova ciência da mente. "Há agora um consenso na comunidade científica de que a biologia da mente será para o século XXI o que a biologia do gene foi para o século XX", diz o autor.
Nos anos 1950, Kandel era um jovem fascinado por psicanálise. Mas em vez de clinicar, descobriu a paixão pela pesquisa científica. Uma paixão que não o afastou do interesse pelos meandros da mente. Na aplísia, um caramujo marinho, ele descobriu que as experiências vividas fisicamente mudam o cérebro. E também desvendou como o ambiente interage com os genes e os neurônios para provocar aprendizados e comportamentos. Com isso, ele ajudou a mapear a biologia molecular dos processos mentais mais simples. "Se você lembrar alguma coisa deste livro, será porque seu cérebro terá mudado um pouco quando você terminar de lê-lo".

   


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