Eduardo Scarparo (Org.) – Ensaios De Retórica Forense Vol. II

Ensaios De Retórica Forense Vol. II apresenta um conjunto consistente de análises que se partem dos conceitos clássicos, não se esgotam nela.

Eduardo Scarparo (Org.) – Ensaios De Retórica Forense Vol. II

É corriqueiro que nós, os estudiosos da retórica e das teorias da argumentação, insistamos nas virtudes de se retomar a discussão dos mecanismos de persuasão, que brademos contra o desprezo com qual muitas vezes a palavra retórica é utilizada para reforçar estereótipos pejorativos herdados de uma cultura fundada na impressão de que é possível usar a palavra com apoio apenas e tão somente nos mecanismos puros da racionalidade.

Quiçá seja possível, nessa compreensão, controlar ou banir todos os elementos emotivos de nossos discursos, frequentemente considerados como disfuncionais ou disruptivos.

O sonho dourado de um pensamento antirretórico seria um discurso no qual a retórica não cumprisse nenhum papel. Livres do perigo que a sedução da palavra poderia importar, nossos discursos seriam sempre expressões do evidente, do correto e do logicamente demonstrável.

Ensaios De Retórica Forense Vol. II apresenta um conjunto consistente de análises que, se partem dos conceitos clássicos da retórica, não se esgotam nela e quando os utilizam, iluminam espaços importantes do modo de construção dos discursos judiciais.

Usando uma vasta amostra de problemas jurídicos e percorrendo uma bibliografia de excelência como ponto de partida para as análises, os capítulos, cada um a seu modo e em seu estilo, reafirmam a importância da atenção ao momento discursivo e persuasivo do discurso judicial.

Ensaios De Retórica Forense Vol. II cumpre, portanto, duas importantes funções: retomar o papel dos conceitos da retórica no discurso forense e atualizar o seu uso pela demonstração prática de como fazê-lo e de quais os resultados se pode obter a partir de tais utilizações.

O espírito da retórica, essa velha companheira do pensamento ocidental, tão frequentemente usada sem que se faça jus a suas contribuições, aparece aqui em seu potencial criativo, tão bem expresso por Eduardo Scarparo no seu capítulo introdutório ao salientar o papel da inventio.

Baixe o Vol. I aqui.


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Ensaios De Retórica Forense Vol. II apresenta um conjunto consistente de análises que se partem dos conceitos clássicos, não se esgotam nela.

Eduardo Scarparo (Org.) - Ensaios De Retórica Forense Vol. II

É corriqueiro que nós, os estudiosos da retórica e das teorias da argumentação, insistamos nas virtudes de se retomar a discussão dos mecanismos de persuasão, que brademos contra o desprezo com qual muitas vezes a palavra retórica é utilizada para reforçar estereótipos pejorativos herdados de uma cultura fundada na impressão de que é possível usar a palavra com apoio apenas e tão somente nos mecanismos puros da racionalidade.

Quiçá seja possível, nessa compreensão, controlar ou banir todos os elementos emotivos de nossos discursos, frequentemente considerados como disfuncionais ou disruptivos.

O sonho dourado de um pensamento antirretórico seria um discurso no qual a retórica não cumprisse nenhum papel. Livres do perigo que a sedução da palavra poderia importar, nossos discursos seriam sempre expressões do evidente, do correto e do logicamente demonstrável.

Ensaios De Retórica Forense Vol. II apresenta um conjunto consistente de análises que, se partem dos conceitos clássicos da retórica, não se esgotam nela e quando os utilizam, iluminam espaços importantes do modo de construção dos discursos judiciais.

Usando uma vasta amostra de problemas jurídicos e percorrendo uma bibliografia de excelência como ponto de partida para as análises, os capítulos, cada um a seu modo e em seu estilo, reafirmam a importância da atenção ao momento discursivo e persuasivo do discurso judicial.

Ensaios De Retórica Forense Vol. II cumpre, portanto, duas importantes funções: retomar o papel dos conceitos da retórica no discurso forense e atualizar o seu uso pela demonstração prática de como fazê-lo e de quais os resultados se pode obter a partir de tais utilizações.

O espírito da retórica, essa velha companheira do pensamento ocidental, tão frequentemente usada sem que se faça jus a suas contribuições, aparece aqui em seu potencial criativo, tão bem expresso por Eduardo Scarparo no seu capítulo introdutório ao salientar o papel da inventio.

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