Eduardo De Souza Teixeira – Vestido De Noiva (1943)

A intenção primeira do livro Vestido De Noiva (1943) é propor um estudo sobre o processo de criação da luz e do espetáculo Vestido de Noiva.

Eduardo De Souza Teixeira – Vestido De Noiva (1943): A Luz Na Gênese Do Moderno Teatro Brasileiro

A intenção primeira do presente livro sempre foi a de resgatar, compreender e analisar a iluminação como protagonista no desenvolvimento da narrativa cênica moderna do teatro brasileiro, propondo um estudo sobre o processo de criação da luz e do espetáculo Vestido de Noiva, texto de Nelson Rodrigues, cenografia de Tomás Santa Rosa e direção de Zbigniew Marian Ziembinski, apresentado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro nos dias 28 e 29 de dezembro de 1943.

Entender, dentro do processo da criação teatral, com um recorte sobre o espetáculo em questão, a importância da luz enquanto elemento expressivo e simbólico da narrativa cênica na moderna encenação brasileira.

Diante disso, optamos inicialmente por um estudo do período em que a luz elétrica adentra a cena teatral europeia, tentando entender sua elaboração como um gatilho fundamental do potencial simbólico e expressivo e enquanto um dos elementos determinantes do teatro moderno.

O advento da luz elétrica e a chegada, descoberta, ou “invenção” da encenação, são os principais pontos pelos quais nos é possível entender o teatro moderno surgido na Europa na segunda metade do século XIX, e pode ser de grande valia para entendermos e ampliarmos os debates acerca da modernização teatral brasileira.

Na introdução do primeiro capítulo, é traçada, de forma rápida e sucinta, a importância do fogo e sua luz no desenvolvimento da iluminação teatral. Não se preocupa com questões técnicas do conceito de eletricidade como, por exemplo, elétrons, cargas elétricas, etc.

A intenção é a de passear pelo imaginário humano desde os tempos antigos, quando, para a humanidade, os deuses eram ainda os detentores dos raios, dos trovões, das sombras e da luz, até as tentativas de desmistificação, ainda na idade antiga, mais especificamente na China e na Grécia, quando observações mais objetivas do fenômeno elétrico começaram a lançar luz sobre o assunto eletricidade e luz.

E então damos um salto na história, para o período em que a eletricidade se torna foco de cientistas nas academias europeias, no início do século XVIII, até o seu pleno desenvolvimento nas indústrias, nas ruas e nas casas, modificando de vez a vida em sociedade.

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Eduardo De Souza Teixeira – Vestido De Noiva (1943)

A intenção primeira do livro Vestido De Noiva (1943) é propor um estudo sobre o processo de criação da luz e do espetáculo Vestido de Noiva.

Eduardo De Souza Teixeira - Vestido De Noiva (1943): A Luz Na Gênese Do Moderno Teatro Brasileiro

A intenção primeira do presente livro sempre foi a de resgatar, compreender e analisar a iluminação como protagonista no desenvolvimento da narrativa cênica moderna do teatro brasileiro, propondo um estudo sobre o processo de criação da luz e do espetáculo Vestido de Noiva, texto de Nelson Rodrigues, cenografia de Tomás Santa Rosa e direção de Zbigniew Marian Ziembinski, apresentado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro nos dias 28 e 29 de dezembro de 1943.

Entender, dentro do processo da criação teatral, com um recorte sobre o espetáculo em questão, a importância da luz enquanto elemento expressivo e simbólico da narrativa cênica na moderna encenação brasileira.

Diante disso, optamos inicialmente por um estudo do período em que a luz elétrica adentra a cena teatral europeia, tentando entender sua elaboração como um gatilho fundamental do potencial simbólico e expressivo e enquanto um dos elementos determinantes do teatro moderno.

O advento da luz elétrica e a chegada, descoberta, ou “invenção” da encenação, são os principais pontos pelos quais nos é possível entender o teatro moderno surgido na Europa na segunda metade do século XIX, e pode ser de grande valia para entendermos e ampliarmos os debates acerca da modernização teatral brasileira.

Na introdução do primeiro capítulo, é traçada, de forma rápida e sucinta, a importância do fogo e sua luz no desenvolvimento da iluminação teatral. Não se preocupa com questões técnicas do conceito de eletricidade como, por exemplo, elétrons, cargas elétricas, etc.

A intenção é a de passear pelo imaginário humano desde os tempos antigos, quando, para a humanidade, os deuses eram ainda os detentores dos raios, dos trovões, das sombras e da luz, até as tentativas de desmistificação, ainda na idade antiga, mais especificamente na China e na Grécia, quando observações mais objetivas do fenômeno elétrico começaram a lançar luz sobre o assunto eletricidade e luz.

E então damos um salto na história, para o período em que a eletricidade se torna foco de cientistas nas academias europeias, no início do século XVIII, até o seu pleno desenvolvimento nas indústrias, nas ruas e nas casas, modificando de vez a vida em sociedade.

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