Deva Heberlê – Mulheres Porretas!

Mulheres Porretas! -Treze mulheres, entre elas, a autora, refletindo, por meio de entrevistas, de ativismos os mais diversos.

Deva Heberlê – Mulheres Porretas!

Elas estão no campo e na cidade. São médicas, nutrólogas, mães, cientistas, comunicadoras, militantes. Cada uma teve uma história marcante para contar, ou uma experiência importante de vida e, principalmente, a possibilidade de compartilhar vivências em um dos momentos mais singulares e incertos de nossa vida – o primeiro ano da pandemia da Covid 19.

Toda essa bagagem serviu para trazer um certo alívio para nossas dores e inquietações, mas também foi um estímulo para lutarmos pelo o que acreditamos e nos contrapor ao que nos traz indignação.

Treze mulheres; entre elas, a autora, refletindo, por meio de entrevistas, de ativismos os mais diversos – na floresta, no campo e nas cidades, de florais; de música, saúde, zen-budismo e bem-estar.

Esta é, em síntese, a essência de “Mulheres Porretas!”, livro que a gaúcha radicada no Planalto Central Deva Heberlê acaba de lançar.

Mulheres Porretas!, cujo projeto gráfico é assinado por Gabriel Renner, e ricamente ilustrada por Cláudio Duarte, autor das caricaturas das entrevistadas e da própria Deva, busca, nas palavras de Selma Lúcia Lira Beltrão – jornalista que assina a apresentação, não apenas registrar histórias marcantes, ainda que também. “Toda essa bagagem serviu para trazer um certo alívio para nossas dores e inquietações, mas também foi um estímulo para lutarmos pelo o que acreditamos e nos contrapor ao que nos traz indignação”, salienta Selma.

O projeto de Mulheres Porretas! nasceu, segundo a própria Deva, a partir de uma série de lives que ela fez ao longo de 2021 com mulheres fortes, pra dizer pouco.

“Sim, mulheres com alma de guerreiras, com lutas diárias, histórias de intensas batalhas para sobreviver às diferentes formas de preconceitos. Mulheres Porretas! nasceu da certeza de que a pauta seria inesgotável, pois somos muitas e muitas são as histórias a contar (…)”, explica a autora.


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Deva Heberlê – Mulheres Porretas!

Mulheres Porretas! -Treze mulheres, entre elas, a autora, refletindo, por meio de entrevistas, de ativismos os mais diversos.

Deva Heberlê - Mulheres Porretas!

Elas estão no campo e na cidade. São médicas, nutrólogas, mães, cientistas, comunicadoras, militantes. Cada uma teve uma história marcante para contar, ou uma experiência importante de vida e, principalmente, a possibilidade de compartilhar vivências em um dos momentos mais singulares e incertos de nossa vida – o primeiro ano da pandemia da Covid 19.

Toda essa bagagem serviu para trazer um certo alívio para nossas dores e inquietações, mas também foi um estímulo para lutarmos pelo o que acreditamos e nos contrapor ao que nos traz indignação.

Treze mulheres; entre elas, a autora, refletindo, por meio de entrevistas, de ativismos os mais diversos – na floresta, no campo e nas cidades, de florais; de música, saúde, zen-budismo e bem-estar.

Esta é, em síntese, a essência de “Mulheres Porretas!”, livro que a gaúcha radicada no Planalto Central Deva Heberlê acaba de lançar.

Mulheres Porretas!, cujo projeto gráfico é assinado por Gabriel Renner, e ricamente ilustrada por Cláudio Duarte, autor das caricaturas das entrevistadas e da própria Deva, busca, nas palavras de Selma Lúcia Lira Beltrão – jornalista que assina a apresentação, não apenas registrar histórias marcantes, ainda que também. “Toda essa bagagem serviu para trazer um certo alívio para nossas dores e inquietações, mas também foi um estímulo para lutarmos pelo o que acreditamos e nos contrapor ao que nos traz indignação”, salienta Selma.

O projeto de Mulheres Porretas! nasceu, segundo a própria Deva, a partir de uma série de lives que ela fez ao longo de 2021 com mulheres fortes, pra dizer pouco.

“Sim, mulheres com alma de guerreiras, com lutas diárias, histórias de intensas batalhas para sobreviver às diferentes formas de preconceitos. Mulheres Porretas! nasceu da certeza de que a pauta seria inesgotável, pois somos muitas e muitas são as histórias a contar (…)”, explica a autora.


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