Daniela Stefano & Maria Luisa Mendonça (Orgs) – Direitos Humanos No Brasil 2021

Direitos Humanos No Brasil traz denúncias e aponta propostas para fortalecer a solidariedade e a resistência, o que nos garante o esperançar.

Daniela Stefano & Maria Luisa Mendonça (Orgs) – Direitos Humanos No Brasil 2021: Relatório Da Rede Social De Justiça E Direitos Humanos

Esperançar. O verbo utilizado por Paulo Freire, que significa agir para conquistar o futuro, norteia o livro Direitos Humanos No Brasil 2021.

Neste ano em que a pandemia da covid-19 se agudizou no Brasil, com mais de 600 mil vidas perdidas, as/os 46 autoras e autores dos 32 artigos que compõem esta edição analisam os direitos humanos a partir da perspectiva dos movimentos e organizações sociais. Direitos Humanos No Brasil traz denúncias e aponta propostas para fortalecer a solidariedade e a resistência, o que nos garante o esperançar.

Para reagir aos impactos da política governamental genocida – que ter o consequências de longo prazo para toda a sociedade –, movimentos e organizações sociais buscam construir condições para a superação e a transformação. Esta política afeta a própria democracia no Brasil, como resultado de um golpe realizado com novas roupagens. O livro traz análises sobre as origens da militarização no Brasil e suas atuais consequências, como a militarização das escolas e o agravamento da violência urbana.

Outros temas centrais estão relacionados com a repressão contra povos indígenas, quilombolas e camponeses, como resultado do avanço do agronegócio, que destrói a biodiversidade, as terras, as fontes de água e as florestas. O livro analisa também os impactos da especula  o com terras agrícolas por empresas estrangeiras, que se associam a grileiros e oligarquias rurais, contra direitos fundamentais de comunidades rurais à terra e à alimentação.

Diante deste contexto, o livro traz propostas para ampliar a organização da sociedade, compreendendo a conjuntura atual e histórica. O mais recente relatório da Comissão Pastoral da Terra (CPT) registrou muitas ações de organização e de solidariedade, e o movimento de economia feminista destaca a mobilização das mulheres em comunidades camponesas, quilombolas e indígenas. Um objetivo central é ampliar a produção agroecológica para proteger a biodiversidade e fornecer alimentos saudáveis no campo e nas cidades.

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Direitos Humanos No Brasil traz denúncias e aponta propostas para fortalecer a solidariedade e a resistência, o que nos garante o esperançar.

Daniela Stefano & Maria Luisa Mendonça (Orgs) - Direitos Humanos No Brasil 2021: Relatório Da Rede Social De Justiça E Direitos Humanos

Esperançar. O verbo utilizado por Paulo Freire, que significa agir para conquistar o futuro, norteia o livro Direitos Humanos No Brasil 2021.

Neste ano em que a pandemia da covid-19 se agudizou no Brasil, com mais de 600 mil vidas perdidas, as/os 46 autoras e autores dos 32 artigos que compõem esta edição analisam os direitos humanos a partir da perspectiva dos movimentos e organizações sociais. Direitos Humanos No Brasil traz denúncias e aponta propostas para fortalecer a solidariedade e a resistência, o que nos garante o esperançar.

Para reagir aos impactos da política governamental genocida – que ter o consequências de longo prazo para toda a sociedade –, movimentos e organizações sociais buscam construir condições para a superação e a transformação. Esta política afeta a própria democracia no Brasil, como resultado de um golpe realizado com novas roupagens. O livro traz análises sobre as origens da militarização no Brasil e suas atuais consequências, como a militarização das escolas e o agravamento da violência urbana.

Outros temas centrais estão relacionados com a repressão contra povos indígenas, quilombolas e camponeses, como resultado do avanço do agronegócio, que destrói a biodiversidade, as terras, as fontes de água e as florestas. O livro analisa também os impactos da especula  o com terras agrícolas por empresas estrangeiras, que se associam a grileiros e oligarquias rurais, contra direitos fundamentais de comunidades rurais à terra e à alimentação.

Diante deste contexto, o livro traz propostas para ampliar a organização da sociedade, compreendendo a conjuntura atual e histórica. O mais recente relatório da Comissão Pastoral da Terra (CPT) registrou muitas ações de organização e de solidariedade, e o movimento de economia feminista destaca a mobilização das mulheres em comunidades camponesas, quilombolas e indígenas. Um objetivo central é ampliar a produção agroecológica para proteger a biodiversidade e fornecer alimentos saudáveis no campo e nas cidades.

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