Crislene Rodrigues Da Silva Morais (Org.) – Reaproveitamento E Reciclagem De Vidros

Esta publicação contempla os resultados de pesquisas sobre o reaproveitamento e reciclagem de vidros, desenvolvidas na UFCG.

Crislene Rodrigues Da Silva Morais (Org.) – Reaproveitamento E Reciclagem De Vidros: Experiências Em Pesquisa

O crescimento acelerado das grandes cidades e do consumo de produtos industrializados unidos a falta de incentivo à redução, reutilização e reciclagem, levam ao aumento excessivo do lixo, o que tornou-se um dos maiores problemas da sociedade moderna. Isso é agravado pela escassez de áreas para o destino final do lixo.

Os resíduos vítreos – embalagens de vidros – se destacam nos resíduos sólidos, por apresentarem participação no lixo e possuírem características como: não degradabilidade, volumetria elevada (peças inteiras) e alta densidade, o que compromete a vida útil do lixão, e ainda, terem potencial econômico para reutilização e reciclagem.

Esta publicação contempla os resultados de pesquisas sobre o reaproveitamento e reciclagem de vidros, desenvolvidas na Unidade Acadêmica de Engenharia de Materiais (UAEMa) do Centro de Ciências e Tecnologia (CCT) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).

Cada capítulo é fruto de uma atividade pesquisa ou extensão, desenvolvida por alunos de graduação da UAEMa e de pós-graduação dos programas de Engenharia de Processos (PPGEP) e de Ciência e Engenharia de Materiais (PPGCEMat), ao longo desta década.

Informações sobre a quantificação gravimétrica de resíduos vítreos gerados e da logística reversa no município de Campina Grande, bem como o nível de contaminação microbiológica destes resíduos, foram estudadas.

Avaliações sobre as potencialidades e viabilidade de reaproveitamento de diferentes tipos de resíduos vítreos como matéria prima fundente para uso em cerâmica branca e grés sanitário ou como fíller para asfaltos, foram confirmadas.

Experiências de desenvolvimento de tecnologia social, que teve início com a instalação de Unidade de Beneficiamento e Reciclagem de Vidros, e culminância com o desenvolvimento e design de artefatos vítreos com inclusão sócioprodutiva de catadores e catadoras do CAVI, em Campina Grande/PB, estão contempladas aqui.

Acreditamos que este material contribuirá na formação de profissionais que tenham como objetivo o conhecimento do vidro, nos seus mais diversos aspectos.

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Crislene Rodrigues Da Silva Morais (Org.) – Reaproveitamento E Reciclagem De Vidros

Esta publicação contempla os resultados de pesquisas sobre o reaproveitamento e reciclagem de vidros, desenvolvidas na UFCG.

Crislene Rodrigues Da Silva Morais (Org.) - Reaproveitamento E Reciclagem De Vidros: Experiências Em Pesquisa

O crescimento acelerado das grandes cidades e do consumo de produtos industrializados unidos a falta de incentivo à redução, reutilização e reciclagem, levam ao aumento excessivo do lixo, o que tornou-se um dos maiores problemas da sociedade moderna. Isso é agravado pela escassez de áreas para o destino final do lixo.

Os resíduos vítreos – embalagens de vidros – se destacam nos resíduos sólidos, por apresentarem participação no lixo e possuírem características como: não degradabilidade, volumetria elevada (peças inteiras) e alta densidade, o que compromete a vida útil do lixão, e ainda, terem potencial econômico para reutilização e reciclagem.

Esta publicação contempla os resultados de pesquisas sobre o reaproveitamento e reciclagem de vidros, desenvolvidas na Unidade Acadêmica de Engenharia de Materiais (UAEMa) do Centro de Ciências e Tecnologia (CCT) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).

Cada capítulo é fruto de uma atividade pesquisa ou extensão, desenvolvida por alunos de graduação da UAEMa e de pós-graduação dos programas de Engenharia de Processos (PPGEP) e de Ciência e Engenharia de Materiais (PPGCEMat), ao longo desta década.

Informações sobre a quantificação gravimétrica de resíduos vítreos gerados e da logística reversa no município de Campina Grande, bem como o nível de contaminação microbiológica destes resíduos, foram estudadas.

Avaliações sobre as potencialidades e viabilidade de reaproveitamento de diferentes tipos de resíduos vítreos como matéria prima fundente para uso em cerâmica branca e grés sanitário ou como fíller para asfaltos, foram confirmadas.

Experiências de desenvolvimento de tecnologia social, que teve início com a instalação de Unidade de Beneficiamento e Reciclagem de Vidros, e culminância com o desenvolvimento e design de artefatos vítreos com inclusão sócioprodutiva de catadores e catadoras do CAVI, em Campina Grande/PB, estão contempladas aqui.

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