Clarissa Sampaio Freitas & Outros – Plano Popular Da Zeis Bom Jardim

O Plano Popular da ZEIS Bom Jardim faz parte de uma estratégia de fortalecimento da resistência e da organização popular para garantir moradia digna

Clarissa Sampaio Freitas & Outros – Plano Popular Da Zeis Bom Jardim

O Plano Popular da ZEIS Bom Jardim faz parte de uma estratégia de fortalecimento da resistência e da organização popular para garantir moradia digna e direito à cidade, em uma porção significativa da periferia de Fortaleza que se articula politicamente já há 15 anos (em 2018) em torno da Rede de Desenvolvimento Local, Integrado e Sustentável do Grande Bom Jardim, da qual o Centro de Defesa da Vida Herbert de Souza faz parte.

Não se teria viabilizado sem a competência técnica e contribuição efetiva da professora Clarissa Freitas, coordenadora do PET de Arquitetura da UFC (ArqPET) e orientadora de pelo menos dois trabalhos acadêmicos fundamentais sobre a ZEIS Bom Jardim: a dissertação de mestrado da Mariana Quezado e o TFG da Emília Sousa – além do empenho de estudantes como Germana, Michaela, Lucas, Naggila, Leonardo, Wesley, Marina, Carol, Gabriel, Luisa e Débora, gente que, apoiada por lideranças locais das comunidades, como Dedé, Nenzinha, Graça, Zélia, Nonato, Nice, Eunice, falaram com moradores, organizaram reuniões, oficinas, entrevistas, mediram casas e, sobretudo, venceram receios e estigmas, para abraçar a causa da ZEIS e das comunidades, numa relação respeitosa, de sujeito para sujeito, politicamente falando.

O Plano Popular fortaleceu a luta pela ZEIS no Grande Bom Jardim e na cidade. Manteve acesas as brasas que aquecem as lutas, aqui e em outros territórios estigmatizados e, não só por isso, também solidários.

Afirmou a pauta da ZEIS, como possibilidade de fazer chegar às comunidades um “pacote completo” de políticas públicas e recusar despejos forçados e especulação imobiliária. ZEIS não é só o papel da casa.

É morar com dignidade, é urbanização includente, é reservar terras vazias para moradia popular, é recuperação ambiental, é participação popular nas políticas que definem a vida das comunidades e, sob esta ótica, as propostas da ZEIS fazem brilhar os olhos, imaginando soluções concretas e bem desenhadas para vencer precariedades e riscos, a partir de um riscado próprio e cuidadoso, de um desenho legítimo e autêntico, alicerçado em quem já mora ali há várias gerações, construído com colaboração técnica.


Deixe uma resposta

Clarissa Sampaio Freitas & Outros – Plano Popular Da Zeis Bom Jardim

O Plano Popular da ZEIS Bom Jardim faz parte de uma estratégia de fortalecimento da resistência e da organização popular para garantir moradia digna

Clarissa Sampaio Freitas & Outros - Plano Popular Da Zeis Bom Jardim

O Plano Popular da ZEIS Bom Jardim faz parte de uma estratégia de fortalecimento da resistência e da organização popular para garantir moradia digna e direito à cidade, em uma porção significativa da periferia de Fortaleza que se articula politicamente já há 15 anos (em 2018) em torno da Rede de Desenvolvimento Local, Integrado e Sustentável do Grande Bom Jardim, da qual o Centro de Defesa da Vida Herbert de Souza faz parte.

Não se teria viabilizado sem a competência técnica e contribuição efetiva da professora Clarissa Freitas, coordenadora do PET de Arquitetura da UFC (ArqPET) e orientadora de pelo menos dois trabalhos acadêmicos fundamentais sobre a ZEIS Bom Jardim: a dissertação de mestrado da Mariana Quezado e o TFG da Emília Sousa – além do empenho de estudantes como Germana, Michaela, Lucas, Naggila, Leonardo, Wesley, Marina, Carol, Gabriel, Luisa e Débora, gente que, apoiada por lideranças locais das comunidades, como Dedé, Nenzinha, Graça, Zélia, Nonato, Nice, Eunice, falaram com moradores, organizaram reuniões, oficinas, entrevistas, mediram casas e, sobretudo, venceram receios e estigmas, para abraçar a causa da ZEIS e das comunidades, numa relação respeitosa, de sujeito para sujeito, politicamente falando.

O Plano Popular fortaleceu a luta pela ZEIS no Grande Bom Jardim e na cidade. Manteve acesas as brasas que aquecem as lutas, aqui e em outros territórios estigmatizados e, não só por isso, também solidários.

Afirmou a pauta da ZEIS, como possibilidade de fazer chegar às comunidades um “pacote completo” de políticas públicas e recusar despejos forçados e especulação imobiliária. ZEIS não é só o papel da casa.

É morar com dignidade, é urbanização includente, é reservar terras vazias para moradia popular, é recuperação ambiental, é participação popular nas políticas que definem a vida das comunidades e, sob esta ótica, as propostas da ZEIS fazem brilhar os olhos, imaginando soluções concretas e bem desenhadas para vencer precariedades e riscos, a partir de um riscado próprio e cuidadoso, de um desenho legítimo e autêntico, alicerçado em quem já mora ali há várias gerações, construído com colaboração técnica.


Deixe uma resposta