Charlise Paula Colet Gimenez (Org.) – Canteiros De Fraternidade

Canteiros De Fraternidade revela a maturidade do tema autocomposição de conflitos voltada à cidadania, inclusão social e alteridade.

Charlise Paula Colet Gimenez (Org.) – Canteiros De Fraternidade: Cultivo Para A Autocomposição De Conflitos

O cultivo de um fruto passa por um longo período de plantio, semeadura, cuidado e amadurecimento, sobrevivendo às intempéries do tempo, as chuvas em excesso, a sua falta, a estiagem, a força do sol, as baixas temperaturas e aos ventos, além de pestes e pragas que ameaçam a colheita.

Nessa mesma perspectiva, a construção de uma pesquisa, cujas reflexões possibilitam mudanças no cenário em que é aplicada ou faz a análise, também perpassa por um processo temporal de amadurecimento, sujeito à atuação de forças maiores como, no presente caso, da pandemia Covid-19.

Isso significa, no caso em tela, que não somente foi iniciado um Curso de Pós-Graduação stricto sensu, Mestrado em Direito que, por meio da disciplina de Limites e Possibilidades da Mediação Comunitária e Popular, acessou uma perspectiva tolerante e fraterna das relações sociais e dos conflitos decorrentes delas, bem como os autores da presente obra, juntamente com toda a humanidade, se viram de frente para um desconhecido, uma ameaça à vida e à saúde que tolheu liberdades, fragilizou a igualdade e enalteceu a importância da fraternidade, a prima pobre esquecida da tríade da Revolução Francesa, para proteger o bem maior: o próprio ser humano.

Em meio ao distanciamento social, às incertezas diárias da continuidade da vida, a inexistência de respostas à crise mundial na saúde, com severos resultados na economia, política, nos direitos humanos e fundamentais e, em especial, para cada pessoa, foram desenvolvidos encontros e leituras no sentido de aprofundar a análise das relações sociais e a da fraternidade como princípio norteador da humanidade; repercutir as potencialidades da mediação enquanto resposta ecológica ao conflito; e apresentar a mediação como expressão de uma cultura da paz e fraternidade entre os seres humanos.

Nesse viés, Canteiros De Fraternidade: Cultivo Para A Autocomposição De Conflitos é composta por capítulos decorrentes da pesquisa desenvolvida junto ao Programa de Pós-Graduação stricto sensu em Direito, no curso de Mestrado, e revela a maturidade do tema autocomposição de conflitos voltada à cidadania, inclusão social e alteridade, motivo pelo qual cada capítulo carrega em si uma prática fraterna, resultado do plantio de canteiros de fraternidade por uma cultura de consenso.

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Canteiros De Fraternidade revela a maturidade do tema autocomposição de conflitos voltada à cidadania, inclusão social e alteridade.

Charlise Paula Colet Gimenez (Org.) - Canteiros De Fraternidade: Cultivo Para A Autocomposição De Conflitos

O cultivo de um fruto passa por um longo período de plantio, semeadura, cuidado e amadurecimento, sobrevivendo às intempéries do tempo, as chuvas em excesso, a sua falta, a estiagem, a força do sol, as baixas temperaturas e aos ventos, além de pestes e pragas que ameaçam a colheita.

Nessa mesma perspectiva, a construção de uma pesquisa, cujas reflexões possibilitam mudanças no cenário em que é aplicada ou faz a análise, também perpassa por um processo temporal de amadurecimento, sujeito à atuação de forças maiores como, no presente caso, da pandemia Covid-19.

Isso significa, no caso em tela, que não somente foi iniciado um Curso de Pós-Graduação stricto sensu, Mestrado em Direito que, por meio da disciplina de Limites e Possibilidades da Mediação Comunitária e Popular, acessou uma perspectiva tolerante e fraterna das relações sociais e dos conflitos decorrentes delas, bem como os autores da presente obra, juntamente com toda a humanidade, se viram de frente para um desconhecido, uma ameaça à vida e à saúde que tolheu liberdades, fragilizou a igualdade e enalteceu a importância da fraternidade, a prima pobre esquecida da tríade da Revolução Francesa, para proteger o bem maior: o próprio ser humano.

Em meio ao distanciamento social, às incertezas diárias da continuidade da vida, a inexistência de respostas à crise mundial na saúde, com severos resultados na economia, política, nos direitos humanos e fundamentais e, em especial, para cada pessoa, foram desenvolvidos encontros e leituras no sentido de aprofundar a análise das relações sociais e a da fraternidade como princípio norteador da humanidade; repercutir as potencialidades da mediação enquanto resposta ecológica ao conflito; e apresentar a mediação como expressão de uma cultura da paz e fraternidade entre os seres humanos.

Nesse viés, Canteiros De Fraternidade: Cultivo Para A Autocomposição De Conflitos é composta por capítulos decorrentes da pesquisa desenvolvida junto ao Programa de Pós-Graduação stricto sensu em Direito, no curso de Mestrado, e revela a maturidade do tema autocomposição de conflitos voltada à cidadania, inclusão social e alteridade, motivo pelo qual cada capítulo carrega em si uma prática fraterna, resultado do plantio de canteiros de fraternidade por uma cultura de consenso.

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