Carlos Jesus Ribeiro & Outros (Orgs.) – Comunicação

Comunicação: Memórias, Práticas Sociais E Mediações reúne textos que falam de luta, resistência, bens simbólicos, imateriais, das identidades

Carlos Jesus Ribeiro, Guilherme Moreira Fernandes, Leila Maria Nogueira De Almeida Kalil & Márcia Cristina Rocha Costa (Orgs.) – Comunicação: Memórias, Práticas Sociais E Mediações

Na cultura pós-moderna, em que a comunicação se insere na vida das pessoas como “uma nova forma de vida”, “uma prótese”, já disse o professor baiano Muniz Sodré, Comunicação: Memórias, Práticas Sociais E Mediações nos faz lembrar, conhecer e reconhecer outras práticas socioculturais.

Os textos reunidos nesta obra falam de luta, resistência, bens simbólicos, imateriais, das identidades e dos processos de mediação que envolvem os profissionais da comunicação em geral. Mas também revelam as batalhas internas de cada autor em seu despertar criativo no seio do fazer acadêmico.

Eles são resultado dos Trabalhos de Conclusão do Curso de Comunicação Social/Jornalismo da UFRB e representam, no seu conjunto, o êxito de tantos outros sucessos acadêmicos de alunas e alunos que dão o sentido de existir de uma universidade pública e gratuita, especialmente numa região de tamanha importância para a história da Bahia e do Brasil.

Comunicação: Memórias, Práticas Sociais E Mediações traz recortes das experiências de trabalhos monográficos e produtos experimentais diversos, do audiovisual ao registro fotográfico e radiodocumentário.

Na primeira seção, as leitoras e os leitores terão a oportunidade de passear pelas memórias do jornalismo na Bahia e pela riqueza de saberes do povo do Recôncavo, seja na perspectiva de suas manifestações culturais ou das histórias contadas pelos mais antigos; ler as vozes dos invisíveis, dos que buscam romper com o racismo e o preconceito enraizados nas estruturas da nossa sociedade. São narrativas que incluem vivências, experiências, olhares e atmosferas. Elementos essenciais para a humanização da prática jornalística, infelizmente tão pouco presentes na mídia convencional.

Na segunda seção, o livro propõe reflexões também críticas aos processos de mediação do jornalismo, desde registros históricos da paixão baiana pelo futebol, até a identificação de lacunas na cobertura da zona rural e camuflagens discursivas nas editorias de política.

Aponta os sentidos construídos para as notícias, a partir de enquadramentos diferentes para um tema/assunto em evidência nos meios de comunicação e contribuindo para expor mecanismos de apagamento de alguns sujeitos do contexto social.


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Carlos Jesus Ribeiro & Outros (Orgs.) – Comunicação

Comunicação: Memórias, Práticas Sociais E Mediações reúne textos que falam de luta, resistência, bens simbólicos, imateriais, das identidades

Carlos Jesus Ribeiro, Guilherme Moreira Fernandes, Leila Maria Nogueira De Almeida Kalil & Márcia Cristina Rocha Costa (Orgs.) - Comunicação: Memórias, Práticas Sociais E Mediações

Na cultura pós-moderna, em que a comunicação se insere na vida das pessoas como “uma nova forma de vida”, “uma prótese”, já disse o professor baiano Muniz Sodré, Comunicação: Memórias, Práticas Sociais E Mediações nos faz lembrar, conhecer e reconhecer outras práticas socioculturais.

Os textos reunidos nesta obra falam de luta, resistência, bens simbólicos, imateriais, das identidades e dos processos de mediação que envolvem os profissionais da comunicação em geral. Mas também revelam as batalhas internas de cada autor em seu despertar criativo no seio do fazer acadêmico.

Eles são resultado dos Trabalhos de Conclusão do Curso de Comunicação Social/Jornalismo da UFRB e representam, no seu conjunto, o êxito de tantos outros sucessos acadêmicos de alunas e alunos que dão o sentido de existir de uma universidade pública e gratuita, especialmente numa região de tamanha importância para a história da Bahia e do Brasil.

Comunicação: Memórias, Práticas Sociais E Mediações traz recortes das experiências de trabalhos monográficos e produtos experimentais diversos, do audiovisual ao registro fotográfico e radiodocumentário.

Na primeira seção, as leitoras e os leitores terão a oportunidade de passear pelas memórias do jornalismo na Bahia e pela riqueza de saberes do povo do Recôncavo, seja na perspectiva de suas manifestações culturais ou das histórias contadas pelos mais antigos; ler as vozes dos invisíveis, dos que buscam romper com o racismo e o preconceito enraizados nas estruturas da nossa sociedade. São narrativas que incluem vivências, experiências, olhares e atmosferas. Elementos essenciais para a humanização da prática jornalística, infelizmente tão pouco presentes na mídia convencional.

Na segunda seção, o livro propõe reflexões também críticas aos processos de mediação do jornalismo, desde registros históricos da paixão baiana pelo futebol, até a identificação de lacunas na cobertura da zona rural e camuflagens discursivas nas editorias de política.

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