Antonio Simplicio De Almeida Neto & Paulo Eduardo Dias De Mello – Diálogos Poiéticos

Diálogos Poiéticos apresenta uma coletânea de crônicas, poemas, breves ensaios, roteiros, alguma teoria, fábulas, reflexões breves.

Antonio Simplicio De Almeida Neto & Paulo Eduardo Dias De Mello – Diálogos Poiéticos: Sobre História, Ensino De História, Memória E Educação

Por que escrevemos? “Escrevo porque preciso/preciso porque estou tonto/ (…) escrevo porque amanhece/e as estrelas estão lá no céu”, opinou o poeta Leminski. Nem sempre o ato de escrever é tão inspirado…

É certo que no universo acadêmico, premidos pelo produtivismo que nos assola, muito se escreve para preencher o Lattes. Já nesses tempos pandêmicos, escreve-se para se sentir vivo, para deixar o registro desse momento, para inscrever a indignação no tempo, para manifestar as angústias e as dores.

No caso brasileiro, também se escreve na busca de algum discernimento nessa barafunda que virou o país. Escrever tornou-se um desabafo, a procura terapêutica por um leitor remoto para um diálogo imaginário.

Esses textos que ora seguem na forma de livro, surgiram do desejo-angústia de estarmos inseridos no coração da tempestade, em meio ao múltiplo desmonte do país, o que inclui de forma mui particular na agenda, a educação pública básica e superior e o ensino de história, nosso campo de atuação.

Nesse quadro catastrófico que desaba sobre nós, do qual não nos eximimos, produzimos alguns registros textuais mais ou menos curtos (se comparados aos textos acadêmicos), lampejos poiéticos que se pretendem atos criativos, gestos de criação que embora possam parecer momentâneos, decorrem de longa reflexão e diálogos que vimos travando nos últimos… 40 anos (uau!), desde, pelo menos, os anos 1980.

Trata-se de registro eclético em sua forma e conteúdo, que ressoa o âmbito acadêmico. São crônicas, poemas, breves ensaios, roteiros, alguma teoria, fábulas, reflexões breves. Um certo emaranhado de textos que possuem, talvez, um fio condutor que caberá ao raro leitor descobrir, ou não, se assim lhe aprouver.

Confessamos que ao tomarmos o impulso da escrita houve um plano de voo. Remexemos arquivos em busca de textos e anotações em cadernos, prosas porosas registradas em e-mails e, até, nos atuais aplicativos. Buscamos inspiração, fizemos listas de temas e… encetamos o projeto-projeros.

Mas, acabamos deixando fluir o labor ao sabor do instante fugaz, da exasperação do momento, da inquietação vivida, das redescobertas de textos antigos, da efeméride de um velho tema, ou da emergência de um novo assunto.

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Antonio Simplicio De Almeida Neto & Paulo Eduardo Dias De Mello – Diálogos Poiéticos

Diálogos Poiéticos apresenta uma coletânea de crônicas, poemas, breves ensaios, roteiros, alguma teoria, fábulas, reflexões breves.

Antonio Simplicio De Almeida Neto & Paulo Eduardo Dias De Mello - Diálogos Poiéticos: Sobre História, Ensino De História, Memória E Educação

Por que escrevemos? “Escrevo porque preciso/preciso porque estou tonto/ (…) escrevo porque amanhece/e as estrelas estão lá no céu”, opinou o poeta Leminski. Nem sempre o ato de escrever é tão inspirado…

É certo que no universo acadêmico, premidos pelo produtivismo que nos assola, muito se escreve para preencher o Lattes. Já nesses tempos pandêmicos, escreve-se para se sentir vivo, para deixar o registro desse momento, para inscrever a indignação no tempo, para manifestar as angústias e as dores.

No caso brasileiro, também se escreve na busca de algum discernimento nessa barafunda que virou o país. Escrever tornou-se um desabafo, a procura terapêutica por um leitor remoto para um diálogo imaginário.

Esses textos que ora seguem na forma de livro, surgiram do desejo-angústia de estarmos inseridos no coração da tempestade, em meio ao múltiplo desmonte do país, o que inclui de forma mui particular na agenda, a educação pública básica e superior e o ensino de história, nosso campo de atuação.

Nesse quadro catastrófico que desaba sobre nós, do qual não nos eximimos, produzimos alguns registros textuais mais ou menos curtos (se comparados aos textos acadêmicos), lampejos poiéticos que se pretendem atos criativos, gestos de criação que embora possam parecer momentâneos, decorrem de longa reflexão e diálogos que vimos travando nos últimos… 40 anos (uau!), desde, pelo menos, os anos 1980.

Trata-se de registro eclético em sua forma e conteúdo, que ressoa o âmbito acadêmico. São crônicas, poemas, breves ensaios, roteiros, alguma teoria, fábulas, reflexões breves. Um certo emaranhado de textos que possuem, talvez, um fio condutor que caberá ao raro leitor descobrir, ou não, se assim lhe aprouver.

Confessamos que ao tomarmos o impulso da escrita houve um plano de voo. Remexemos arquivos em busca de textos e anotações em cadernos, prosas porosas registradas em e-mails e, até, nos atuais aplicativos. Buscamos inspiração, fizemos listas de temas e… encetamos o projeto-projeros.

Mas, acabamos deixando fluir o labor ao sabor do instante fugaz, da exasperação do momento, da inquietação vivida, das redescobertas de textos antigos, da efeméride de um velho tema, ou da emergência de um novo assunto.

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