Ana Cláudia Moreira Almeida-Verdu & Outras (Orgs.) – A Linguagem De Crianças Com A Síndrome Congênita Do Zika Vírus

Este guia apresenta informações para os pais e demais familiares de crianças portadoras da Síndrome Congênita do Zika Vírus.

Ana Cláudia Moreira Almeida-Verdu, Laila Guzzon Hussein, Nathani Cristina Da Silva, Erlane Marques Ribeiro & Celia Maria Giacheti (Orgs.) – A Linguagem De Crianças Com A Síndrome Congênita Do Zika Vírus: Um Guia Para Pais

Neste guia as autoras explicam a linguagem como uma forma de comportamento. Explica-se os efeitos da linguagem e os efeitos que ela tem sobre o comportamento de outra pessoa. As interações estabelecidas entre pelo menos duas pessoas por meio da linguagem são dinâmicas, havendo a troca entre quem fala e quem ouve e compreende durante a interação. Por isso, compreender o que o outro diz é algo muito importante para o estabelecimento da linguagem.

As autoras exploram, na interação do dia-a-dia, outros comportamentos que podem indicar compreensão além da linguagem oral, que são comuns na população de crianças com a Síndrome Congênita do Zika Vírus.

O guia também explicita tipos de reações que podem inibir qualquer comportamento, inclusive os que tem intenções comunicativas, discutindo formas que podem inibir essas ações e mostrando caminhos alternativos.

São apresentadas, formas alternativas de comunicação, que são importantes para crianças com atrasos no desenvolvimento cujos repertórios de natureza verbal (mas outros também) são deficientes ou inexistentes, mostrando as adaptações necessárias para que ocorra a aprendizagem nessas crianças.

Passo a passo explica-se que pais e demais familiares não precisam de uma situação específica ou materiais especiais para ensinar habilidades comunicativas para a criança. Basta interagir com ela em qualquer situação do cotidiano, na rotina doméstica, e estarem atentos às reações da criança, como para onde ela olha, gritos, sorrisos, choro, balanço de mão e pernas e outras reações que ela pode apresentar à sua fala.

Entende-se que este guia não resolverá todos os problemas de comunicação dessa população, nem substituirá as terapias (fonoaudiológica, psicológica, entre outras), mas poderá minimizar os prejuízos na comunicação em decorrência da Síndrome Congênita do Zika Vírus, ajudará a identificar pequenas conquistas e, ainda, valorizar cada avanço, por menor que ele pareça.

É sempre importante lembrar: falar é uma habilidade muito complexa para algumas crianças.


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Ana Cláudia Moreira Almeida-Verdu & Outras (Orgs.) – A Linguagem De Crianças Com A Síndrome Congênita Do Zika Vírus

Este guia apresenta informações para os pais e demais familiares de crianças portadoras da Síndrome Congênita do Zika Vírus.

Ana Cláudia Moreira Almeida-Verdu, Laila Guzzon Hussein, Nathani Cristina Da Silva, Erlane Marques Ribeiro & Celia Maria Giacheti (Orgs.) - A Linguagem De Crianças Com A Síndrome Congênita Do Zika Vírus: Um Guia Para Pais

Neste guia as autoras explicam a linguagem como uma forma de comportamento. Explica-se os efeitos da linguagem e os efeitos que ela tem sobre o comportamento de outra pessoa. As interações estabelecidas entre pelo menos duas pessoas por meio da linguagem são dinâmicas, havendo a troca entre quem fala e quem ouve e compreende durante a interação. Por isso, compreender o que o outro diz é algo muito importante para o estabelecimento da linguagem.

As autoras exploram, na interação do dia-a-dia, outros comportamentos que podem indicar compreensão além da linguagem oral, que são comuns na população de crianças com a Síndrome Congênita do Zika Vírus.

O guia também explicita tipos de reações que podem inibir qualquer comportamento, inclusive os que tem intenções comunicativas, discutindo formas que podem inibir essas ações e mostrando caminhos alternativos.

São apresentadas, formas alternativas de comunicação, que são importantes para crianças com atrasos no desenvolvimento cujos repertórios de natureza verbal (mas outros também) são deficientes ou inexistentes, mostrando as adaptações necessárias para que ocorra a aprendizagem nessas crianças.

Passo a passo explica-se que pais e demais familiares não precisam de uma situação específica ou materiais especiais para ensinar habilidades comunicativas para a criança. Basta interagir com ela em qualquer situação do cotidiano, na rotina doméstica, e estarem atentos às reações da criança, como para onde ela olha, gritos, sorrisos, choro, balanço de mão e pernas e outras reações que ela pode apresentar à sua fala.

Entende-se que este guia não resolverá todos os problemas de comunicação dessa população, nem substituirá as terapias (fonoaudiológica, psicológica, entre outras), mas poderá minimizar os prejuízos na comunicação em decorrência da Síndrome Congênita do Zika Vírus, ajudará a identificar pequenas conquistas e, ainda, valorizar cada avanço, por menor que ele pareça.

É sempre importante lembrar: falar é uma habilidade muito complexa para algumas crianças.


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