Pós-Estruturalismo – Como podemos melhorar nossos resultados acadêmicos e crescer na aquisição de conhecimentos? Como desenvolver nosso potencial nos aspectos acadêmicos e pessoais necessários à prática profissional?
O livro não propõe mágica, mas caminhos, valorizando um método para balizar o esforço de cada um no processo de aprendizagem envolvido.
São trabalhados diversos aspectos da metodologia científica de estudo, tão importante para o sucesso acadêmico, devido à evolução acelerada das ciências naturais e humanas, e do processo de globalização do conhecimento.
Pós-estruturalismo é o nome para um movimento na filosofia que começou na década de 1960. Ele permanece sendo uma influência não apenas na filosofia, mas também num leque mais amplo de campos temáticos, incluindo literatura, política, arte, críticas culturais, história e sociologia.
Essa influência é controversa porque o pós-estruturalismo é visto como uma posição divergente, por exemplo, das ciências e dos valores morais estabelecidos.
O movimento é melhor resumido por meio dos pensadores que o compõem. Por isso, este livro tenta explicá-lo mediante um estudo crítico de cinco das mais importantes obras de cinco dos mais importantes pensadores do movimento (Derrida, Deleuze, Lyotard, Foucault e Kristeva).
O objetivo maior é responder a duas das mais fortes críticas ao pós-estruturalismo: a primeira, que ele é deliberada e indiscutivelmente difícil; a segunda, que ele adota posições que são marginais, inconsistentes e insustentáveis.
O primeiro conceito que leva em conta esses pontos é que os limites do conhecimento têm um papel inevitável em seu âmago. Este é o denominador comum que permeia o pós-estruturalismo.
Ele explica por que foi preciso ir além do estruturalismo, já que o projeto estruturalista pode ser sintetizado pelo conceito de que chega a um conhecimento seguro ao restringir, envolver diferenças no interior de estruturas. Segundo os pós-estruturalistas, esta segurança negligencia os papéis perturbadores e produtivos de limites irregulares da estrutura.
O conhecimento não pode ultrapassar esses limites: “Ele não é envolto, mas atravessado por seu limite, influenciado em seu cerne pelas múltiplas ranhuras de sua margem”.

 

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