Mobilidade, Espacialidades E Alteridades – Para compreender as transformações geradas em nosso cotidiano pelos aparatos tecnológicos de comunicação, a coletânea Mobilidade, Espacialidades E Alteridades se estrutura justamente sob esses três pilares. Assim, os autores dos textos se abrem para abordagens de conceitos que se dedicam a refletir sobre noções complexas como lugar; a pensar as relações colaborativas ou conflitivas entre organismo, espacialidade e tecnologia; a observar e analisar a exclusão em suas diversas faces. Portanto, as análises vêm da necessidade de observar as novas formas de sincronização social e usos do espaço público mediadas pelas tecnologias da comunicação.
As transformações, decorrentes do desenvolvimento e da inserção regular de aparatos tecnológicos de comunicação no cotidiano, têm impactado não apenas as relações interpessoais, mas também as formas de apropriação dos territórios e os modos de circulação nos espaços. A emergência do debate sobre as alterações nos processos de formação dos espaços, nas trocas simbólicas ocorridas dentro de suas fronteiras, na criação de redes para o estar junto, motivaram a proposta para esta edição de Mobilidade, Espacialidades E Alteridades.
Estruturado a partir dos temas mobilidade, espacialidade e alteridades, o livro se abre para abordagens plurais de conceitos e diálogos que se dedicam a refletir sobre noções complexas como lugar; a pensar as relações colaborativas ou conflitivas entre organismo, espacialidade e tecnologia; a observar e analisar a exclusão em suas diversas faces. Enfim, Mobilidade, Espacialidades E Alteridades nasce de uma percepção da necessidade de observamos as novas formas de sincronização social e usos do espaço público que para nós se apresenta.
Nos espaços de grandes aglomerações, humanos e máquinas traçam o cenário urbano, irrigam os territórios existenciais, coabitam nos campos do sensível e da experiência estética, reconfiguram o imaginário. Essa não é uma interação pacificada. O capitalismo contemporâneo lança-se tática e estrategicamente sobre o criativo.
A estetização capitalista do mundo ocidental tenta, recorrentemente, convocar nossos olhares para um número ilimitado de objetos condicionadores do sentir. Diante de muitas das estratégias do marketing empresarial e frente a algumas gestões públicas do espaço urbano, vivemos a capitalização dos afetos. Como camadas sobrepostas, as formas de produção e circulação do consumo são organizadas por operações de natureza estética, convertendo os espaços em universos sensoriais.

 

Camisa O Livro E A Fantasia

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