O Intercâmbio Em Bibliotecas E Centros De Documentação – Data de 1694 o início da prática de permutas entre bibliotecas, época em que a Biblioteca Nacional de Paris trocou suas duplicatas por livros ingleses e alemãs. Todavia, só em 1832 foram estabelecidas oficialmente as primeiras relações de permutas, isto quando o Governo Britânico as realizou com a França.
O primeiro centro de permutas foi criado em Washington, em 1851, e de mais criações se sucederam em outras partes do mundo. O autor de O Intercâmbio Em Bibliotecas E Centros De Documentação, Emir Suaiden, foi Diretor do programa Nacional de Bibliotecas do Instituto Nacional do Livro, e, com vistas à carência bibliográfica sobre o assunto, estribado na sua experiência na chefia de seções de intercâmbio de bibliotecas, houve por bem alinhar dados referentes a história, conceitos e prática do intercâmbio em bibliotecas a fim de prover aos estudiosos do assunto de material que sirva para o aprofundamento do conhecimento das práticas e técnicas usadas no intercâmbio.
Na verdade, o seu propósito vem ao encontro da necessidade premente de se formar, a curto prazo, quadros capazes de dinamizarem a permuta entre bibliotecas. É de sua experiência, pois, que o autor nos esclarece das funções e tarefas que hão de se ocupar os que se dedicarem a essa prática. Infere-se daí a utilidade de O Intercâmbio Em Bibliotecas E Centros De Documentação, cujos benefícios à cultura nacional são incontestáveis.
O Serviço de Intercâmbio em Bibliotecas ou Centros de Documentação é, sem dúvida alguma, o setor de relações públicas da Instituição, uma vez que a correspondência constante e a respectiva troca de material permitem que toda publicação interna divulgue amplamente as realizações da Entidade no país e no exterior.
O vertiginoso desenvolvimento das Bibliotecas permitiu dar uma atenção especial ao setor de intercâmbio, principalmente por razões econômicas. Por menor que seja uma Biblioteca há sempre um acúmulo de publicações que, por serem duplicatas ou obras de pouco interesse, não entram para o acervo. Elas são geralmente de utilidade para outras Bibliotecas, favorecendo, então, a permuta e o lucro mútuo.
Além disso, a permuta não somente é um meio de aquisição, mas, sobretudo, uma oportunidade de se estabelecer intercâmbio cultural e difusão do conhecimento humano. Através dela se propaga o espírito de colaboração, a união de esforços, a solidariedade e a amizade.
Assim, ao elaborar este trabalho, visamos dar ao leitor uma visão sobre as finalidades de um Serviço de Intercâmbio, sua estrutura e funcionamento, buscando mostrar uma contribuição, resultante de experiências próprias, a outras instituições congêneres, a título de sugestão para o crescimento e afirmação desta atividade.

 

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