Ideologia De Gênero: O Neototalitarismo E A Morte Da Família – Os ideólogos de gênero comportam-se como aqueles malfeitores do conto de Hans Christian Andersen, “A roupa nova do rei”, que enganaram o imperador dizendo ter um tecido mágico que apenas os inteligentes poderiam ver… Caindo na trapaça, o soberano fingia vê-lo, eximindo-se de adquirir a própria inépcia, e de igual modo toda a coorte, os camareiros que lhe sustentavam a calda invisível, bem como o povo, que simulava ver roupa em seu rei despido, desfilando em procissão.
O fingimento coletivo durou ate que um menino apontou a nudez do rei; mas, àquela altura, sem perder a majestade, o monarca continuou regiamente desfilando, narcotizado a vergonha da nudez de seu corpo e de sua desinteligência pelo simulacro da glamourização. É esta psicologia ensandecida a dos ideólogos de gênero.
Querem nos despir de nossa identidade e recobrir-nos de ausência, pretendendo convencer-nos de que só os inteligentes enxergam o que não existe. E há quem os creia, e quem jure ver, em não vendo, persuadindo-se histericamente de o ver. E a procissão continua, e a ostentação da vergonha se camufla de glamour. E os malfeitores riem…
Que este precioso trabalho continue sendo como o inocente brado de um menino honesto na rua, e mostre s nudez da desinteligência, insana, despudorada; que cause o rumor necessário, e seja sementeira de outros mais profundos estudos, até que este abuso seja debelado e hajam outros que aportunamente o sejam
O erro fundamental da ideologia de gênero, como nos ensina Jorge Scala, é a negação da natureza humana em matéria sexual.
Não há, segundo tais ideólogos, um homem natural nem uma mulher natural. Masculinidade e feminilidade são meras construções sociais, que podem (ou devem) ser desconstruídas. O casamento entre um só homem e uma só mulher (heterossexualidade obrigatória) é visto não como a união natural entre dois seres complementares e fecundos, mas como mera convenção da sociedade. A família é uma instituição a ser abolida.
Faz-se isso dando novo sentido a essa palavra. Família deixa de ser o “santuário da vida”* e passa a designar qualquer aglomerado de pessoas (no futuro, também animais?), com qualquer tipo de comportamento sexual (incluindo a pedofilia?), orientado ou não à procriação. A vida deixa de ser sagrada, para ser o produto do encontro casual de um macho e uma fêmea da espécie humana.

Camisa “E Viva A Diferença!”

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