A Informática E A Exclusão Digital – O livro foi elaborado com base em estudos baseados nas biografias e nos resultados obtidos através de pesquisas próprias, trás alguns resultados e discussões sobre a efetiva utilização dos laboratórios informática, computadores e caminhos para se combater o analfabetismo digital, trás também perceptivas sobre uma geografia de exclusão digital.
A Informática juntamente com a tecnologia da informação está presente cada vez mais em nosso dia a dia, desde um simples depósito bancário, até a forma com que recebemos a conta de água ou energia emitida na hora por um profissional com o uso desta tecnologia, os hospitais, clinicas, etc., todos são geridos por tecnologias com a finalidade de melhorar, otimizar e levar a informação e a comodidade até os usuários, os veículos de notícia fazem este uso, tanto para gerir e gerenciar as notícias, quanto para armazenar as informações inseridas para depois disponibiliza-las em tempo real, tudo é feita graças a informática e a tecnologia da informação.
Mas todos tem acesso a ela!? Não é bem assim, é de se conceber que com a facilitação da aquisição de gêneros eletrônicos e eletroeletrônicos a população não de maneira geral passou a adquiri-los, porém, ainda não é a realidade de todos, com a popularização dos smartphones quase todos puderam suprir a falta do computador com está alternativa de acesso à internet e rede sociais, mas até mesmo os números que estavam razoavelmente bons caíram e , o número de pessoas com computador em casa diminuiu, segundo o IBGE “O total de domicílios com a presença de computadores caiu de 32,5 milhões para 31,4 milhões (48,5% do total para 46,2%) entre 2014 e 2015.
É bom notar que essa é a primeira queda em números absolutos. Em 2014, houve queda percentual. A quantidade de residências que tinham PCS conectados à internet também recuou no mesmo período. Passou de 28,2 milhões para 27,5 milhões. Apenas três unidades federativas não apresentaram recuo na presença dos computadores em residências: Distrito Federal (70,4%), Santa Catarina (57,3%) e Rio Grande do Norte (37%).
A queda foi generalizada nos outros, mas maior percentualmente no Acre, Mato Grosso e Amapá.”, os alunos de escolas públicas só passaram a ter os computadores presentes no âmbito escolar após inúmeros seminários participados pelo MEC e CNPQ entre 1970 e 1989, ainda hoje nem todas as escolas têm esse acesso e quando tem o acesso é precário segundo Todos pela Educação “48% das escolas públicas brasileiras não têm computadores para os alunos”.

Camisa Bailarina

Deixe uma resposta