Leon Tolstoi – Cristianismo E Anarquismo

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Cristianismo E Anarquismo – Com os presentes ensaios de Leon Tolstoiy, trazemos de volta uma velha, árdua e constante polêmica em nosso meio: Pode haver compatibilidade entre cristianismo e anarquismo? Ou será que não existe a menor base nem mesmo para estabelecer uma ponte de comunicação?
Há informações suficientes para asseverar que esta comunicação, de fato, se tem dado; e este pequeno trabalho, na realidade, é uma mostra inequívoca do que afirmamos. (mais…)

Leon Tolstói – O Reino De Deus Está Em Vós

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O Reino De Deus Está Em Vós – “Escrever tornou-se para mim uma necessidade diante de Deus.” Trecho do diário de Liev Tolstói, em 28/10/1895. “A leitura de O Reino De Deus Está Em Vós me curou do ceticismo e fez de mim um firme seguidor da não violência.” Mahatma Gandhi.
Um dos grandes nomes da literatura russa do século XIX, Liev Tolstói publicou os romances Guerra e paz e Anna Karenina, obras que o consagraram no meio literário. Na idade madura o escritor tornou-se um pacifista e seus textos questionavam a Igreja e as formas de governo, pregando uma vida simples e em comunhão com a natureza. (mais…)

Leon Tolstoi – Infância, Adolescência E Juventude

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Infância, Adolescência E Juventude – Os três livros da trilogia de Tolstói, publicados pela primeira vez em 1852, 1854 e 1857, respectivamente, são obras de ficção, embora contenham muitos elementos autobiográficos. O autor iniciou muito mais tarde outra obra de caráter autobiográfico, que chamou de Recordações, mas que não foi terminada, tendo escrito apenas a parte da infância e uma parte da adolescência, com descrições detalhadas de sua família. (mais…)

Leon Tolstoi – De Quanta Terra Um Homem Precisa

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Neste conto, o grande escritor russo Liev Tolstói recria a dramática história de um homem obcecado pelo desejo de obter mais terras. “Se eu tivesse muita terra, não temeria nem mesmo o próprio diabo”, pensa em voz alta o camponês Pakhóm. O que ele não sabe é que o diabo, escondido, o escuta e resolve despertar nele o impulso de obter mais terras. Depois de conseguir ampliar sua propriedade, mas ainda não satisfeito, o camponês resolve adquirir terras no longínquo território dos bashquires. Lá é desafiado pelo chefe da aldeia: por um valor simbólico, Pakhóm terá toda a terra que conseguir percorrer a pé durante um dia, desde que, antes de o sol se pôr, retorne ao ponto de partida; caso contrário, perderá tudo. O leitor irá acompanhar esse desafio, no qual momentos de razão e de delírio se alternam no coração do protagonista, que só pensa em alcançar sua meta, custe o que custar.

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